sexta-feira, 8 de abril de 2011

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hdmi

HDMI (High-Definition Multimedia Interface) é atualmente o melhor tipo de conector de áudio e vídeo digital disponível que promete substituir todos os conectores atualmente usados em aparelhos deDVD e similares, decodificadores de TV a cabo/satélite,  TVs, videoprojetores e monitores de vídeo.
A idéia é em vez de usarmos vários cabos e conectores para conectar os sinais de áudio e vídeo de um aparelho de HD-DVD a uma TV, por exemplo, exista apenas um único cabo e conector fazendo todas as ligações necessárias. Este novo padrão de conexão está desenvolvido em conjunto pelas empresas Hitachi, Matsushita (Panasonic/National/Technics), Philips, Silicon ImageSonyThomson(RCA) e Toshiba.
A maior vantagem desse novo padrão é que a conexão tanto de áudio e quanto de vídeo são feitas digitalmente, apresentando a melhor qualidade possível de áudio e vídeo. O DVI (DVI-D, na verdade) também oferece conexão digital entre seus equipamentos e telas, mas ele não transforma suporta sinais de áudio, o que significa que você precisa de um cabo extra para a conexão de áudio; e todos os outros padrões populares – vídeo componentes e S-Video, por exemplo – são conexões analógicas. Você pode aprender mais sobre os outros tipos de conexão existentes hoje lendo nosso tutorial Conectores de Vídeo.
Há três diferenças básicas entre o HDMI e o DVI-D. Primeiro, o HDMI suporta resoluções maiores do que o DVI, inclusive resoluções ainda não lançadas comercialmente (em teoria suporta o dobro da resolução mais alta usada atualmente por aparelhos de TV de alta definição); segundo, o DVI só faz conexão de vídeo, a conexão de áudio precisa ser feita através de um cabo separado, enquanto o HDMI faz a conexão tanto do vídeo quanto do áudio; terceiro, o conector HDMI é bem menor que o conector DVI.
É interessante notar que o HDMI é totalmente compatível com o DVI-D, sendo possível conectar um aparelho com um conector HDMI a outro contendo um conector DVI-D, através de um cabo com um conector HDMI em uma ponta e um DVI na outra.
Outra diferença importante é que o padrão DVI foi desenvolvido para ser usado por PCs, enquanto que o HDMI foi desenvolvido para ser usado por equipamentos eletrônicos tais como aparelhos de DVD,Blu-Ray e HD-DVD, videoprojetores e aparelhos HDTV.
O HDMI também implementa um sistema de proteção contra cópias chamado HDCP (High-Bandwidth Digital Copy Protection), que foi desenvolvido pela Intel
Fonte: Guia Do Hardware

quinta-feira, 7 de abril de 2011

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burroUma unidade lexical que tem recebido a explicação é etimologia popular a palavra burro.
Segundo José Pedro Machado (Dicionário Etimológico da Língua Inglês – 2.ed. Lisboa: Aiguabarreig, 1967, sv), o nome burro, animal, Burrus vem do nome em latim, designando as cores vermelha ou Destiny. Ele acrescenta que “em Portugal, o burro é comum e freqüentemente chamado de” cinza “. Mas, aparentemente, isso não é realmente uma explicação satisfatória.

Existem histórias curiosas a respeito da origem dessa palavra. Uma delas sugere que burro, significando pessoa pouco inteligente, tenha vindo do nome latino da cor vermelha burrus, porque os dicionários tinham antigamente a capa vermelha. Como aquele que os consultava era ignorante ou burro, o nome da cor do livro, por metonímia, teria passado a designar o consulente e, por extensão, teria passado a designar todo aquele que fosse curto de inteligência.
Em Aventuras de um caçador de palavras (Rio de Janeiro: Acadêmica, 1965, p. 48 – 51), Aires da Mata Machado Filho, no estudo “Origem da palavra burro”, procura explicar como a palavra burro adquiriu a acepção escolar de “tradução literal de autor clássico para uso dos estudantes”, e refere-se também à crença greco-latina na estupidez do burro. Não é do burro, o livro facilitado, nem do sinônimo de “pouco inteligente” que venho falar aqui. Nem eu teria competência para acrescentar algo ao estudo sério do escritor mineiro. Nem mesmo pretendo falar da expressão “cor de burro quando foge”, que Castro Lopes acredita ser corruptela de “corre de burro quando foge”, num estudo incluído às páginas 249 – 250, do seu Origens de anexins (2. ed. – Rio de Janeiro – Francisco Alves, 1909). Afinal, argumenta Castro Lopes, burro não apresenta nenhuma cor especial quando se põe em fuga. É possível contudo que a expressão “cor de burro quando foge” se refira à cor vermelha que um fujão possa apresentar (a etimologia explicaria a expressão).
Burrus é adjetivo de primeira classe em latim. Os adjetivos latinos de primeira classe têm declinações e formas distintas para cada um dos três gêneros: o masculino (em –us) e o neutro (em –um) seguem a segunda declinação, e o feminino (em –a) segue a primeira declinação. Assim, burrus tinha três formas: burrus (masculino), burra (feminino) e burrum (neutro). Segundo Ernout & Meillet (Dictionnaire étymologique de la langue latine – Paris – Klincksieck, 1967, s.v.), burro origina-se do grego pyrrós, e designa a cor ruiva. De burrus – dizem esses autores – deriva um adjetivo burranicus, substantivado, atestado pelo gramático Pompeius Festus (séc. II d.C).
A palavra francesa bourrique, para designar o asno, origina-se do espanhol borrico, pelo latim popular *burricus, alteração, por cruzamento, de burrus (ruivo) ou burra (crina) com buricus (pequeno cavalo), segundo Bloch & Wartburg (Dictionnaire étymologique de la langue française – 6.ed. Paris – Presses Universitaires de France – 1975, s.v.). Também há em francês bourricot e bourriquet.
Borrico, segundo Corominas (Diccionario crítico etimologico de la lengua castellana – Madrid – Gredos, 1976, s.v.), se origina do latim tardio *burricus (cavalo pequeno). O dicionário de latim de Lewis & Short (A latin dictionary – Oxford – Clarendon Press, 1975, s.v. burricus) registra burricus ou buricus, com a indicação de que a palavra foi usada por Varrão, Paulinus Nolanus e Vegetuis Renatus, com o sentido de “pequeno cavalo”.
Burro só pode ser, portanto, uma derivação regressiva de burricus, em português. Confirma-o o Dicionário etimológico da língua portuguesa (Rio de Janeiro: Acadêmica, Francisco Alves, São José, Livros de Portugal – depositários, 1955, s.v.), de Antenor Nascentes, que rejeita, citando Diez, “a aproximação com o lat. burrus, ruivo(…)”.
A forma hipotética *buricus, registrada no citado dicionário de Ernout & Meillet, é palavra do latim vulgar, sinônima de mannus, designação dialetal de pônei, poldro ou potro.
Do adjetivo burrus, ruivo, temos o português borro (designativo do carneiro entre um e dois anos) e borracho (que designa o pombo sem penas, por sua coloração avermelhada). E possivelmente borrega (ovelha de um ano). Talvez não mais que isso. Infelizmente… para os que dão asas à imaginação, formulando histórias bonitas para suas etimologias populares.

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ArrobaDe onde vem o misterioso sinal @, a que os portugueses chamam «arroba», os norte-americanos e ingleses «at», os italianos «chiocciola» (caracol) e os franceses «arobase»? Porque razão foi ele escolhido para os endereços de correio electrónico? Na verdade, não conhecemos ao certo a origem deste misterioso símbolo. Nem estávamos preocupados com o problema, até que ele começou a entrar no nosso dia-a-dia e foi preciso arranjar-lhe uma designação.
A princípio, os portugueses chamavam-lhe «caracol», «macaco» ou outro nome claramente inventado. Depois, houve quem reparasse que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira dizia tratar-se do símbolo de arroba, pelo que esse nome pegou.
Que terá a arroba a ver com esse sinal? Não se sabe ao certo, mas há pouco mais de um ano, o investigador italiano Giorgio Stabile descobriu um documento veneziano datado de 1536 onde esse símbolo aparecia. Estava aí a representar ânforas, utilizadas como unidades de peso e volume. Posteriormente, num vocabulário Latim-Espanhol de 1492, Stabile encontrou o termo «arroba» como tradução castelhana do latim «amphora». A ânfora e a arroba, concluiu o investigador italiano, estariam na origem da estranha letra retorcida.
O encadeamento dos factos é fascinante, mas há pontos obscuros. A palavra «arroba» não tem qualquer relação com «ânfora», pois vem do árabe «ar-ruba’a», designando «um quarto» ou «a quarta parte», como se aprende no Dicionário Etimológico de José Pedro Machado. Trata-se de uma unidade de peso que equivale a 14,788 quilogramas e que habitualmente se arredonda para 15kg. Podia ser que uma ânfora cheia de vinho tivesse esse peso, mas a semelhança fica por aí.
No século XVII o mesmo símbolo reapareceu, mas com outro significado. Utilizava-se para abreviar a preposição latina «ad», que significa «para», «em», «a», e que se usava para introduzir os destinatários das missivas. Condensava-se o «a» e o «d», num único carácter. É a chamada ligatura. O dicionário brasileiro Aurélio diz que ligatura é a «reunião, num só tipo, de duas ou mais letras ligadas entre si, por constituírem encontro frequente numa língua». Nesse mesmo dicionário da língua portuguesa confirma-se o símbolo @ como abreviatura de arroba.
O misterioso @ continuou a ser utilizado até ao século XIX, altura em que aparecia nos documentos comerciais. Em inglês lia-se e lê-se «at», significando «em» ou «a». Quem percorra as bancas de fruta ou os mercados de rua norte-americanos vê-o frequentemente. Os vendedores escreviam e continuam a escrever «@ $2» para significar que as azeitonas se vendem a dois dólares (cada libra, subentenda-se). Para eles não se trata de nenhuma moda: sempre viram aquele símbolo como a contracção das letras de «at».
Na máquina de escrever Underwood de 1885 já aparecia o @, que sobreviveu nos países anglo-saxónicos durante todo o século XX. O mesmo não se passou nos outros países. No teclado português HCESAR, por exemplo, que foi aprovado pelo Decreto-lei 27:868 de 1937, não existe lugar para o @. Por isso, quando o símbolo reapareceu nos computadores, ele tinha já um lugar cativo nos teclados norte-americanos, por ser aí de uso frequente. Nos nosso teclados só foi acrescentado nos anos 80 e encavalitado noutra tecla: é preciso pressionar simultaneamente Ctrl+Alt+2 ou AltGr+2 para o fazer aparecer.
Quando o correio electrónico foi inventado, o engenheiro Ray Tomlinson, o primeiro a enviar uma mensagem entre utilizadores de computadores diferentes, precisou de encontrar um símbolo que separasse o nome do utilizador do da máquina em que este tinha a sua caixa de correio. Não queria utilizar uma letra que pudesse fazer parte de um nome próprio, pois isso seria muito confuso. Conforme explicou posteriormente, «hesitei apenas durante uns 30 ou 40 segundos… o sinal @ fazia todo o sentido». Estava-se em 1971 e esses 30 ou 40 segundos fizeram história, mas criaram um problema para os países não anglo-saxónicos. Não foi só nos teclados, foi também na língua.
Em inglês, «charles@aol.us» entende-se como «Charles em aol.us», ou seja, o utilizador Charles que tem uma conta no fornecedor AOL, situado nos Estados Unidos. Mas em português não soa bem ler «fulano@servidor.pt» dizendo fulano-arroba-servidor.pt. Nem tem muito sentido. Mas qual será a alternativa? Uma solução seria seguir o inglês e dizer «at». Outra ainda seria dizer «a-comercial», como nos princípios do século XX se chamava a esse símbolo no nosso país. Talvez o melhor fosse utilizar «em». Mas haverá soluções mais imaginativas. Quem quiser gastar o seu latim pode proclamar «ad», rivalizando em erudição com o mais sábio dos literatos. Ou surpreender toda a gente, anunciando uma «amphora» no seu endereço.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

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Calcula-se que a Antártida tenha
cerca de 14 000 000 km2.
Seu contorno é irregular com apenas
duas reentrâncias: o Mar de Weddell
e o Mar de Ross.
Na Antártida a espessura do gelo
chega a atingir 4 km formando
grandes inlandsis que recobrem
a superfície.
Cerca de 98% da superfície da Antártida é recoberta por geleiras. Estas dão origem aos icebergs que flutuam à deriva pelo mar. O gelo Antártico, que soma 30 milhões de km3, representa mais de 90% da água doce do planeta e é uma riqueza estratégica para o futuro: se todos os rios do mundo fossem alimentados por esse gelo, correriam perenes por pelo menos 600 anos.
  • A temperatura mais baixa já registrada na Terra foi na Antártida, na base científica russa de Vostok: -89,2º C no dia 21 de julho de 1983.
  • A Antártida é mais fria do que o Ártico devido às elevadas altitudes e aos blizards. Em conseqüência de temperaturas tão baixas.
  • No inverno a área da Antártida é maior devido à formação de uma capa de gelo que circula o continente. Essa camada variável é chamada de banquisa.
  • Mais de 9 mil fragmentos de meteoritos já foram recolhidos na Antártida. Dentre eles, um meteorito de 4 bilhões da anos que, aparentemente, se desprendeu de Marte.

O Corpo Humano - The Human Body

corpo-humano.jpg

Do lado de fora, somos bastante diferentes no que se refere à cor da pele e dos cabelos, à estrutura física, à altura. Internamente, porém, parecemos verdadeiros gênios. Centenas de ossos, quilômetros de veias e trilhões de células, trabalham em conjunto para por essa máquina em funcionamento. AS ENGRENAGENS DA MÁQUINA:Articulações ou junturas: Permitem que os osos se movimentem em diferentes direções.Células: Todos os seres vivos são formados por minúsculas partículas chamadas células. Elas executam as principais tarefas para nos manter vivos, como transportar oxigênio (glóbulos vermelhos), tomar conta do nosso reservatório de energia (células de gordura), enfrentar as doenças (glóblos brancos) ou eliminar detritos. O óvulo é a maior célula humana. Existem 26 bilhões de células num recém-nascido e 50 trilhões num adulto.

Glândulas: Fabricam substâncias que ajudam o corpo a funcionar. Exemplos: as glândulas salivares produzem 1,2 litros de saliva diariamente. Já as glândulas endócrinas produzem hormônios que dizem às diferentes partes do corpo quando elas devem trabalhar.   


MISTÉRIOS DO CORPO 
  • Por que as pessoas gaguejam? O gago tem um distúrbio no ritmo da linguagem que pode ter sido causado por fatores psicológicos problemas no relacionamento familiar, ciúme, insegurança ou ansiedade ou fatores físicos, complicações na hora do parto ou acidentes que provoquem traumatismos no cérebro.

  • O que é coma? O paciente perde completamente a consciência, não tem reações nervosas ao estímulo externo. Os comas mais profundos, que podem durar anos, são causados pela escassez ou inexistência de oxigenação do cérebro, gerando lesões irreversíveis. Uma pessoa sem oxigênio perderá os sentidos em trinta segundos e entrará em coma depois de um minuto. A morte cerebral indica que a pessoa está desenganada, mesmo que o coração continue batendo.

  • Por que enjoamos em alto-mar? O sistema nervoso autônomo, responsável pelos movimentos involuntários do corpo, percebe o balanço da embarcação, em razão das variações consecutivas na posição do labirinto do ouvido, que comanda o equilíbrio do organismo. Isso causa uma série de alterações orgânicas, como vertigens, contração do estômago e secreção dos sucos gástricos, provocando mal-estar e vômito.

  • Por que algumas pessoas espirram ao olhar para o sol? Essa reação chama-se reflexo cruzado. Qualquer luz forte a provoca. No cérebro, existem doze pares de nervos que levam mensagens motoras e sensoriais para o sistema nervoso. As mensagens do nervo que cuida da visão passam por vias muito próximas às enviadas pelo nervo olfatório e pelo trigêmeo, que comanda a contração dos nervos da mucosa nasal. O espirro, então, é inevitável.

  • Quais são as causas do ronco? É uma obstrução parcial das das vias respiratórias, que pode ocorrer em razão de um desvio do septo nasal, de rinites ou sinusites. A obstrução relaxa os músculos do tórax, o que induz à abertura involuntária da boca. O ar, entrando na boca, encontra resistência à sua passagem na língua, na úvula (a campainha) e nas amígdalas. Por isso, vibra e faz aquele barulho de britadeira.

  • O que é sonambulismo? Ele é provocado por uma arritmia cerebral, geralmente hereditária, e acontece com mais freqüência entre crianças de três a dez anos. Trata-se de um distúrbio benigno que ocorre na primeira das seis passagens noturnas de um sono mais profundo para um mais superficial. As funções motoras despertam, enquanto a consciência continua dormindo. O sonâmbulo se movimenta, mas não sabe o que está acontecendo.

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Acne é uma doença inflamatória da pele. A sua freqüência é maior na adolescência, quando o nível elevado de hormônios sexuais causa o aumento da secreção de sebo pelas glândulas sebáceas, provocando o aparecimento de espinhas, bolhas e pontos negros principalmente no rosto, costas, peito e ombros.Às vezes, os poros bloqueados se infeccionam aparecendo bolhas cheias de pus. Muito comumente se coça ou espreme essas bolhas, causando o agravamento da infecção e podendo deixar cicatrizes ou manchas.Manifestações clínicasA acne é caracterizada pelo aumento de secreção de sebo pelas glândulas sebáceas, em conjunto com o acúmulo de células mortas no orifício do folículo polissebático, obstruindo o poro da pele. Isto impede a saída de sebo pelo orifício. O acúmulo de sebo libera algumas substâncias que irritam a pele, causando inflamação, e é um meio propício para as bactérias se desenvolverem – notadamente, a Propionibacterium acnes.As lesões da acne surgem, na maioria dos casos, no rosto. Surgem também, com menor freqüência, nas costas, peito, ombros e braços.


Momento da Reflexão

Porque o Pão Vivo que desceu dos céus existe, porém poucos são os que têm fome e conduzem-se a Ele e se alimentam.Do que adianta este PÃO estar disponivel se não houver famintos ?Porque a Água da Vida existe, mas poucos são os que têm sede. Do que vale a Água estar disponível se não houver sedentos ?
Temos ao nosso dispor o Pão e a Água, mas falta, muitas vezes, a fome e a sede.
Busquemos, pois, a sede e a fome para que, assim, saciemo-nos deste eterno e maravilhoso alimento.

Luciano Santos



Cordel ao Big Brother Brasil e ao Pedro Bial

BIG BROTHER BRASIL

                              Autor: Antonio Barreto,
                              Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

                              Curtir o Pedro Bial
                              E sentir tanta alegria
                              É sinal de que você
                              O mau-gosto aprecia
                              Dá valor ao que é banal
                              É preguiçoso mental
                              E adora baixaria.

                              Há muito tempo não vejo
                              Um programa tão fuleiro
                              Produzido pela Globo
                              Visando Ibope e dinheiro
                              Que além de alienar
                              Vai por certo atrofiar
                              A mente do brasileiro.

                              Me refiro ao brasileiro
                              Que está em formação
                              E precisa evoluir
                              Através da Educação
                              Mas se torna um refém
                              Iletrado, ? zé-ninguém?
                              Um escravo da ilusão.

                              Em frente à televisão
                              Lá está toda a família
                              Longe da realidade
                              Onde a bobagem fervilha
                              Não sabendo essa gente
                              Desprovida e inocente
                              Desta enorme armadilha.


                              Cuidado, Pedro Bial
                              Chega de esculhambação
                              Respeite o trabalhador
                              Dessa sofrida Nação
                              Deixe de chamar de heróis
                              Essas girls e esses boys
                              Que têm cara de bundão.

                              O seu pai e a sua mãe,
                              Querido Pedro Bial,
                              São verdadeiros heróis
                              E merecem nosso aval
                              Pois tiveram que lutar
                              Pra manter e te educar
                              Com esforço especial.

                              Muitos já se sentem mal
                              Com seu discurso vazio.
                              Pessoas inteligentes
                              Se enchem de calafrio
                              Porque quando você fala
                              A sua palavra é bala
                              A ferir o nosso brio.

                              Um país como Brasil
                              Carente de educação
                              Precisa de gente grande
                              Para dar boa lição
                              Mas você na rede Globo
                              Faz esse papel de bobo
                              Enganando a Nação.

                              Respeite, Pedro Bienal
                              Nosso povo brasileiro
                              Que acorda de madrugada
                              E trabalha o dia inteiro
                              Dar muito duro, anda rouco
                              Paga impostos, ganha pouco:
                              Povo HERÓI, povo guerreiro.

                              Enquanto a sociedade
                              Neste momento atual
                              Se preocupa com a crise
                              Econômica e social
                              Você precisa entender
                              Que queremos aprender
                              Algo sério ? não banal.

                              Esse programa da Globo
                              Vem nos mostrar sem engano
                              Que tudo que ali ocorre
                              Parece um zoológico humano
                              Onde impera a esperteza
                              A malandragem, a baixeza:
                              Um cenário sub-humano.

                              A moral e a inteligência
                              Não são mais valorizadas.
                              Os ?heróis? protagonizam
                              Um mundo de palhaçadas
                              Sem critério e sem ética
                              Em que vaidade e estética
                              São muito mais que louvadas.

                              Não se vê força poética
                              Nem projeto educativo.
                              Um mar de vulgaridade
                              Já tornou-se imperativo.
                              O que se vê realmente
                              É um programa deprimente
                              Sem nenhum objetivo.

                              Talvez haja objetivo
                              ?professor?, Pedro Bial
                              O que vocês tão querendo
                              É injetar o banal
                              Deseducando o Brasil
                              Nesse Big Brother vil
                              De lavagem cerebral.

                              Isso é um desserviço
                              Mal exemplo à juventude
                              Que precisa de esperança
                              Educação e atitude
                              Porém a mediocridade
                              Unida à banalidade
                              Faz com que ninguém estude.

                              É grande o constrangimento
                              De pessoas confinadas
                              Num espaço luxuoso
                              Curtindo todas baladas:
                              Corpos ?belos? na piscina
                              A gastar adrenalina:
                              Nesse mar de palhaçadas.

                              Se a intenção da Globo
                              É de nos ?emburrecer?
                              Deixando o povo demente
                              Refém do seu poder:
                              Pois saiba que a exceção
                              (Amantes da educação)
                              Vai contestar a valer.

                              A você, Pedro Bial
                              Um mercador da ilusão
                              Junto a poderosa Globo
                              Que conduz nossa Nação
                              Eu lhe peço esse favor:
                              Reflita no seu labor
                              E escute seu coração.

                              E vocês caros irmãos
                              Que estão nessa cegueira
                              Não façam mais ligações
                              Apoiando essa besteira.
                              Não deem sua grana à Globo
                              Isso é papel de bobo:
                              Fujam dessa baboseira.

                              E quando chegar ao fim
                              Desse Big Brother vil
                              Que em nada contribui
                              Para o povo varonil
                              Ninguém vai sentir saudade:
                              Quem lucra é a sociedade
                              Do nosso querido Brasil.

                              E saiba, caro leitor
                              Que nós somos os culpados
                              Porque sai do nosso bolso
                              Esses milhões desejados
                              Que são ligações diárias
                              Bastante desnecessárias
                              Pra esses desocupados.

                              A loja do BBB
                              Vendendo só porcaria
                              Enganando muita gente
                              Que logo se contagia
                              Com tanta futilidade
                              Um mar de vulgaridade
                              Que nunca terá valia.

                              Chega de vulgaridade
                              E apelo sexual.
                              Não somos só futebol,
                              baixaria e carnaval.
                              Queremos Educação
                              E também evolução
                              No mundo espiritual.

                              Cadê a cidadania
                              Dos nossos educadores
                              Dos alunos, dos políticos
                              Poetas, trabalhadores?
                              Seremos sempre enganados
                              e vamos ficar calados
                              diante de enganadores?

                              Barreto termina assim
                              Alertando ao Bial:
                              Reveja logo esse equívoco
                              Reaja à força do mal?
                              Eleve o seu coração
                              Tomando uma decisão
                              Ou então: siga, animal?

                              FIM

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dicas de Português


1ª) “Aspiramos um ar poluído ou A um ar poluído”?
Alguns verbos podem ser transitivos diretos ou indiretos. A regência muda segundo o seu significado.
a)    Aspirar, no sentido de “respirar, cheirar, absorver”, é transitivo direto:
“Ele aspira (TD)
 o perfume (objeto direto = sem preposição)”,
“O aparelho aspira (TD)
 o pó (OD)”;
b)    Aspirar, no sentido de “almejar, desejar”, é transitivo indireto
(=aspirar
 a alguma coisa):
“Ele aspira (TI)
 a este cargo (objeto indireto = com a preposição a)”,
“Eles aspiravam (TI)
 ao governo de São Paulo (OI)”.
É muito triste encontrarmos “cartas de apresentação” nas quais o candidato afirma “
aspirar muito o emprego
”. O “coitado” ainda não foi contratado e já está “cheirando o emprego”!
Portanto, quanto à dúvida de hoje, o certo é: “Aspiramos (TD) um ar poluído (OD).”

Você sabia ?


  • A primeira nave espacial a pousar na Lua tinha sua base feita de ouro. Isso porque o nobre metal é resistente a sais e ácidos, permanecendo sempre puro. 
  • Descoberto há dois séculos, o Titânio é um elemento metálico abundante no espaço sideral e na terra, sendo 0,62% da crosta terrestre constituida por Titânio. 
  • Todo o fósforo existente no corpo humano seria suficiente para a fabricação de 3 mil palitos de fósforo. 
  • Os pássaros voam em V para economizar energia. Aqueles que vão na frente reduzem a resistência do ar para os outros. Quando o líder se cansa, ele é substituído por outro mais descansado. 
  • Um porco-espinho tem, em média, 30 mil espinhos. Ele é um excelente nadador porque os espinhos ajudam a flutuar.