terça-feira, 26 de abril de 2011

Dicas de Português


1ª) “Aspiramos um ar poluído ou A um ar poluído”?
Alguns verbos podem ser transitivos diretos ou indiretos. A regência muda segundo o seu significado.
a)    Aspirar, no sentido de “respirar, cheirar, absorver”, é transitivo direto:
“Ele aspira (TD) o perfume (objeto direto = sem preposição)”,
“O aparelho aspira (TD) o pó (OD)”;
b)    Aspirar, no sentido de “almejar, desejar”, é transitivo indireto
(=aspirar a alguma coisa):
“Ele aspira (TI) a este cargo (objeto indireto = com a preposição a)”,
“Eles aspiravam (TI) ao governo de São Paulo (OI)”.
É muito triste encontrarmos “cartas de apresentação” nas quais o candidato afirma “aspirar muito o emprego”. O “coitado” ainda não foi contratado e já está “cheirando o emprego”!
Portanto, quanto à dúvida de hoje, o certo é: “Aspiramos (TD) um ar poluído (OD).”
2ª) IMPLICA sacrifícios ou IMPLICA EM sacrifícios?
Na sintaxe popular brasileira, encontramos frequentemente o verbo implicar como se fosse transitivo indireto (= com a preposição em). Alguns gramáticos já aceitam essa regência.
Entretanto, eu prefiro, em textos formais, evitar o uso da preposição em. A regência clássica do verbo implicar, no sentido de “envolver, produzir como consequência”, não pede preposição, ou seja, o verbo é transitivo direto.
Portanto, devemos usar “implica sacrifícios”.
3ª) CAJU  ou  CAJÚ?
O certo é CAJU. As palavras oxítonas terminadas em “u” não têm acento agudo.
A regra das palavras oxítonas ( =sílaba tônica na última sílaba) manda acentuar graficamente só as terminadas em “a”, “e” e “o “, seguidas ou não de “s”:
A(s): sofá, sabiá, atrás, aliás…
E(s): café, você, invés, chinês…
O(s): cipó, avô, avós, propôs…
Observações:
a)    As formas verbais terminadas em “a”, “e” e “o”, seguidas dos pronomes
LA(S) ou LO(S) devem ser acentuadas: encontrá-lo, recebê-la, dispô-los, amá-la-ia, vendê-lo-ia…
b)    Acentuamos a palavra PORQUÊ quando está substantivada ou no fim da frase: “Não sei o porquê de tudo isso.”
c)    Não se acentuam as oxítonas terminadas em:
I(s): aqui, Parati, anis, barris, dividi-lo, adquiri-la…
U(s): caju, bauru, Bangu, urubus, compus, Nova Iguaçu…
AZ, EZ, OZ: capaz, talvez, feroz…
OR: condor, impor, compor, propor…
IM: ruim, assim, folhetim…
É importante lembrar que essa regra não foi alterada pelo novo acordo ortográfico.

Você sabia ?


  • Uma dona-de-casa percorre 16 km diariamente para executar todas as tarefas domésticas.
  • Um grilo pode saltar obstáculos quinhentas vezes maiores que ele. O salto de uma pulga alcança os 33 centímetros. Proporcionalmente é como se um homem pulasse dezoito metros.
  • O nariz pode perceber até 6850 cheiros diferentes.
  • Bater o carro a 100 km/h tem o mesmo impacto que cair do oitavo andar de um prédio.
  • O terremoto de 1906 em São Francisco teve uma potência equivalente a 2500 bombas de Hiroshima.
  • Um lápis inteiro conseguiria desenhar uma linha de 56 km ou escrever aproximadamente 50 mil palavras.
  • Um pacote com 1 milhão de dolares, só com notas de um dolar, pesa 1230quilos.
  • O chicote faz aquele barulho de espoleta porque se movimenta a uma velocidade superior à do som (1220km/h).


Momento da Reflexão


Enchente em Santa Catarina - "Um castigo divino"

Hoje fui à formatura de meu sobrinho, filho de um primo querido e um de meus melhores amigos. A formatura aconteceu na Igreja Batista Getsêmani e, embora ame profundamente meu sobrinho, meu primo e sua esposa, em certo momento do sermão tive que me levantar ostensivamente e sair dali enquanto sacudia a cabeça, enojado.

Não, "enojado" é pouco.

Mas voltemos um pouco no tempo.

Há alguns dias, Luca, que tem a mesma idade do meu sobrinho, também se formou no segundo período. Sua festa na escola foi alegre, repleta de dança, teatrinho e brincadeiras. Luca e sua turma apresentaram três músicas, assim como as demais crianças dos outros períodos. Tudo durou pouco mais de duas horas, mas sempre com muita alegria, riso e descontração.

A cerimônia de meu sobrinho aconteceu na Igreja Batista ligada à escola na qual ele estuda e durou quase três horas. Três horas de pregações com uma ou outra música jogada no meio. Músicas com letras religiosas, claro. As crianças vestiam ternos e vestidos formais, contrapondo-se aos figurinos festivos da festa de Luca.

Até aí, tudo bem. Ninguém disse que uma formatura precisa ser divertida (e depois de sairmos dali é que iríamos realmente festejar a data). Porém, as pregações de um certo pastor Jorge Linhares, um senhor que passei a considerar repulsivo, me despertaram nojo absoluto. Em primeiro lugar, ele começou a falar sobre como o mundo está cada vez mais entregue à "perversão". Ok, mesmo que hoje não existam mais arenas nas quais pessoas são devoradas por leões para a diversão alheia e que estejamos longe dos tempos sombrios da Idade Média, há pessoas que acreditam que o mundo vem piorando de século para século. Vá lá.

Mas então, para provar seu ponto, o senhor Jorge Linhares citou as enchentes em Santa Catarina. "Um castigo divino". Chegou à compará-las ao dilúvio, explicando que Noé não pôde abrir a Arca para os pecadores.

Esqueçamos, por um momento, que estávamos na cerimônia de formatura de crianças de 5 e 6 anos e que aquele "sermão" era completamente inadequado ao contexto. Ainda assim, como justificar que aquele... "pastor" estivesse argumentando através de uma lógica torta que as vítimas da enchente foram alvo de uma "punição" divina? De acordo com o senhor Jorge Linhares, os mortos, feridos e desabrigados de Santa Catarina mereceram o que tiveram, já que Deus precisa punir o mundo "perverso" que estamos construindo. Que alma caridosa, não?

Lembrei-me daqueles que dizem que a AIDS é a punição divina para os gays. E também daqueles que celebraram a morte de Heath Ledger como a punição a um ator que encarnou um homossexual. E, claro, do televangelista crápula Pat Robertson, que, poucos dias depois do 11 de Setembro, disse em seu programa de rádio que aquilo tinha sido uma punição de Deus à liberalidade cada vez maior dos Estados Unidos e a tolerância aos homossexuais.

E já que falei nos homossexuais...

... depois de usar uma tragédia como a de Santa Catarina para "provar" um argumento repulsivo e ilógico, o pastor Jorge Linhares, num exemplo absurdo de non sequitur, passou a atacar os gays. "Muitos defendem o casamento entre homossexuais", disse o senhor Linhares, babando ódio e irracionalidade. "Eles não têm que se casar de forma alguma, não podem. Isso é preconceito? É preconceito, sim, mas que temos que ter mesmo! Esse tipo de casamento vai destruir a instituição do matrimônio. E outra coisa: alguns defendem que casais homossexuais possam adotar crianças órfãs. Não podem, não. É preferível que as crianças cresçam no orfanato do que criadas por um casal de homossexuais".

Lembro, mais uma vez, que este homem que passei a considerar um verdadeiro crápula estava discursando numa formatura de crianças de 5 e 6 anos de idade.

Foi neste instante que me levantei e saí, levando Luca comigo. Quando Luca perguntou por que estávamos saindo, expliquei que aquele moço lá na frente estava usando o nome de Deus para falar coisas erradas que inspiravam o ódio. E que Deus não gosta de ver as pessoas se odiando, que ele gosta de ver o Amor. Mas que, infelizmente, existem pessoas que usam o nome de Deus para enganar, para enriquecer ou para ganhar algum poder de influência e que, para isso, transmitem mensagens repugnantes e erradas como aquela.

Ensinar crianças a odiar? A discriminar? A julgar o próximo apenas porque este é diferente?

Minha revolta, nesse momento, é indescritível. Sinto minha cabeça girar de raiva. Como alguém pode submeter crianças a uma lavagem cerebral como esta, à influência maligna, cancerosa, de um "pastor" como o senhor Jorge Linhares?

Não sou um profundo conhecedor das Leis, mas suponho que o discurso preconceituoso do "pastor" Jorge Linhares infrinja algumas delas. E sei que seu "sermão" odioso foi filmado por dezenas de câmeras. Gostaria muito de vê-lo na cadeia.

A liberdade religiosa não implica no direito de fazer apologia da homofobia. E se é este tipo de crápula que fala em nome de Deus nas igrejas evangélicas...

... o Diabo está bem representado.


Pastor Jorge Linhares - Igreja Batista Getsêmani  - MG

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Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C.parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijar. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais para ser descrito na arte ou literatura.
Após sua primeira menção por escrito, o beijo não apareceu muito na arte ou na literatura por algumas centenas de anos. O poema épico indiano “Mahabharata” descreve o beijo nos lábios como um sinal de afeto. O “Mahabharata” foi transmitido oralmente por milhares de anos antes de ser escrito e padronizado, em torno de 350 d.C.
O texto religioso indiano “Vatsyayana Kamasutram“, ou o “Kama Sutra“, também descreve uma variedade de beijos. Ele foi escrito no século VI d.C. Os antropólogos que acreditam que o beijo é um comportamento aprendido afirmam que os gregos souberam sobre ele quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia em 326 a.C.
Não há muitos registros sobre os beijos no mundo ocidental até a época do Império Romano. Os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:
  • osculum era um beijo na bochecha
  • basium era um beijo nos lábios
  • savolium era um beijo profundo
Os romanos também iniciaram várias tradições relacionadas ao beijo que perduram até hoje. Na Roma antiga, os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente na frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam ao final de cerimônias de casamento. Além disso, embora a maioria das pessoas pense que somente cartas de amor são “seladas com um beijo”, os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais. Os antigos romanos também costumavam beijar como parte de suas campanhas políticas. No entanto, vários escândalos de “beijos por votos” na Inglaterra do século XVIII levaram, teoricamente, os candidatos a beijar somente jovens e idosos.
O beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com freqüência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objetivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.
Até 1528, o beijo sagrado era parte da missa católica. No século XIII, a Igreja Católica o substituiu por um cumprimento de paz. A Reforma Protestante no século XVI removeu totalmente o beijo da prática protestante. Na verdade, o beijo sagrado não exercia uma função na prática católica religiosa moderna, embora alguns cristãos beijem símbolos religiosos, como o anel do Papa, por exemplo.
Embora atualmente, poucos  religiosos incorporem o beijo sagrado, o beijo ainda prevalece na cultura ocidental. Hoje em dia, as pessoas se beijam em várias situações por motivos diversos.
Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura como “Romeu e Julieta” descreveram beijos como “perigosos” ou “mortais” quando compartilhado com as pessoas erradas. Algunsestudiosos do folclore e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes de se beijar a pessoa errada.
Atualmente, a maioria das culturas em todo o mundo pratica o beijo, mas possui diferentes opiniões sobre quando e onde o beijo é apropriado. Nos anos 90, vários artigos na mídia relatavam uma tendência entre os jovens de beijar em público no Japão, um país onde o beijo tradicionalmente era visto como uma atividade privada.
O beijo de Judas
Um dos beijos mais famosos do mundo ocidental foi o beijo de Judas Iscariotes usado para trair Jesus antes da crucificação. Esse beijo teve forte influência sobre as práticas espirituais cristãs. Grupos da igreja logo omitiram o beijo sagrado, ou se abstiveram por completo de beijar na Quinta-Feira Santa. A Quinta-Feira Santa é a quinta antes da Páscoa e o dia utilizado para comemorar a Última Ceia, após a qual Judas traiu Jesus nos Jardins do Getsêmani.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

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Histórias, mitos e os prós e contras para a saúde desta deliciosa guloseima
Com a chegada da Páscoa, o que todo mundo quer é um coelhão para trazer aquele merecido ovo de chocolate. Pois é, chocolate combina com amor, beijos, carinho e porque não, com sexo – apesar de uma pesquisa mundial séria ter revelado que as pessoas, principalmente as mais carentes, preferem chocolate a sexo. Melhor seria ter os dois…
Breve história
O chocolate já é especial desde o nome que originalmente é Theobroma, que do grego quer dizer “alimento dos deuses”, e não deve ser à toa.
A história do chocolate começou com as civilizações asteca e maia, na América Central, onde hoje ficam os territórios do México e da Guatemala.
Lá no México, os astecas cultuavam o deus Quetzalcoatl. Ele personificava a sabedoria e o conhecimento e foi quem lhes deu, entre outras coisas, o chocolate. Os astecas acreditavam que Quetzalcoatl trouxera do céu para o povo as sementes de cacau. Eles festejavam as colheitas com rituais cruéis de sacrifícios humanos, oferecendo às vítimas taças de chocolate.
Um dia Quetzalcoatl ficou velho e decidiu abandonar os astecas. Partiu em uma jangada de serpentes para o seu lugar de origem – a Terra do Ouro. Antes de partir, porém, ele prometeu voltar no ano de “um cunho”, que ocorria uma vez a cada ciclo de 52 anos no calendário que ele mesmo criara para os astecas.
Em toda aquela região a importância do cacau não residia apenas no fato de que dele se obtinha uma bebida fria e espumante, chamada “tchocolath”.
Colombo, o primeiro europeu a provar o chocolate, não lhe deu a mínima importância. Mal sabia que um dia ele seria apreciado no mundo inteiro.
Hoje, o Brasil ocupa a posição de sexto maior produtor mundial de cacau.
Sexo e chocolate
Uma piada diz que chocolate é melhor que sexo porque até mole é gostoso. Hehehehe. Bobagem.
Uma das melhores notícias sobre o chocolate nos últimos tempos, é que o chocolate tem substâncias que são antioxidantes, ou sejam, que ajudam a prevenir doenças e o envelhecimento, por isso surgiram os tratamentos estéticos a base de chocolate, como banhos, sabonetes, barras de massagem etc.
Mas cuidado, o chocolate ainda é um alimento altamente calórico, por isso o melhor é associar a uma boa noite (ou melhor, um dia inteiro de amor), porque ai você pode comer seu chocolate e gastar as calorias ao mesmo tempo.
Aliás, você sabe quantas calorias são gastas durante o ato sexual, mas tem que ser aquele bem feito, com beijos, carinhos, mudanças de posição, etc? Estudos realizados por especialistas em gasto calórico e atividades físicas mostraram que a média de gasto por hora é de 350 calorias- ou seja, melhor do que uma hora de esteira!
O prazer químico do chocolate
O problema é que o chocolate, como qualquer alimento calórico engorda sim. Ele é um alimento rico em calorias, composto por carboidratos, gorduras e uma pequena porção de proteínas. Os estudos demonstram que o cacau, que é a base do chocolate, possui substâncias químicas que podem causar o mesmo tipo de sensação percebida em pessoas viciadas em álcool ou drogas.
Uma delas é a anandamina, um tipo de gordura que ativa os receptores químicos cerebrais. As pesquisas concluíram que uma barra de chocolate pode produzir uma sensação leve de bem estar, o suficiente para viciar mesmo.
O chocolate também traz em sua composição substâncias estimulantes como a cafeína e a teobromina. Uma barra de chocolate possui aproximadamente dez miligramas de cafeína, que ajudam a elevar o estado de excitabilidade e bem estar.
Além disso, o chocolate tem efeitos sobre a serotonina e a dopamina cerebrais, substâncias presentes na regulação do humor e nos comportamentos compulsivos. A serotonina, por exemplo causa aquela sensação de bem estar quando estamos felizes, seja após uma refeição ou por amor, tudo é intermediado quimicamente, por isso alguns antidepressivos mais modernos regulam justamente a serotonina, assim como alguns dos medicamentos mais eficazes e modernos para emagrecer.
O CHOCOLATE É DO BEM!!!!!
APESAR DE SER ALTAMENTE CALÓRICO, SUAS GORDURAS NÃO AUMENTAM O COLESTEROL E AINDA PREVINEM O APARECIMENTO DE DOENÇAS E DO ENVELHECIMENTO.
Pena que engorda
As calorias contidas numa barra de 45g equivalem a três e meio pães franceses ou a quatro copos médios (200 ml) de leite. Ou seja, qualquer pessoa saudável deve consumir chocolate, no máximo, de uma a duas vezes por semana. Quem é obeso ou faz dieta para perda ou manutenção de peso, deve evitar, mesmo os ligths e diets, que são também altamente calóricos. Mas podemos fazer uma exceção agora na Páscoa.
Nutrição
O chocolate é uma excelente fonte alimentar, rico em de magnésio, um nutriente essencial para a saúde dos ossos e dentes, e para a função normal dos nervos, músculos e do sistema imunológico.
O chocolate também contém um tipo especial de gordura, o ácido esteárico que, ao contrário da maioria das gorduras saturadas, não eleva o colesterol. São ainda encontradas no chocolate as catequinas, poderosos antioxidantes que previnem o envelhecimento natural e ajuda no tratamento e prevenção do aparecimento de várias doenças no corpo.
A função dos antioxidantes é proteger o organismo dos radicais livres, produzidos em situação de estresse e que contribuem para o envelhecimento, além de aumentar os riscos de doenças cardíacas.
Estudos recentes mostram que os níveis de catequinas no chocolate são comparáveis aos encontrados no chá preto, conhecido como uma importante fonte de antioxidantes. Então aproveite a Páscoa. Depois dê um jeitinho de perder as calorias

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Whitney Houston - It's Not Right But It's Okay

Whitney Houston - I Look To You

Você sabia ?


  • O corpo humano possui 96 500 Km de veias e artérias.
  • e o homem tomar a pílula anticoncepcional, como a pílula é produzida com hormonas femininas, ele pode desenvolver características femininas como crescimento das mamas, depósito de gordura na região dos quadris, e se usada durante a puberdade, pode provocar mudanças no timbre da voz.
  • Para o Teste de Fox Mulder, na série Arquivo X, David Duchovny usava uma gravata com muitos porquinhos cor-de-rosa.
  • O Brasil detém um quinto de toda a água doce disponível no planeta.
  • A população do planeta cresce 90 milhões pessoas / ano. A saturação populacional é prevista para o ano de 2040.
  • O camaleão pode mover seus olhos para dois lados diferentes ao mesmo tempo.
  • Cinco, entre cada seis americanos, consideram-se religiosos.
  • No antigo Egipto era condenado à morte todo aquele que matasse um gato, porque este animal era sagrado.
  • Em Lavegny, França, uma porca que matara e comera parcialmente uma criança foi enforcada por assassinato. No entanto, os seus seis leitões cúmplices foram poupados, por serem muito novos para saber o que faziam.
  • A cada segundo, caem sobre a Terra em forma de chuva 16 biliões de litros de água.
  • No século XV, um galo da cidade suiça de Basileia foi acusado de ter posto um ovo, o que aquela gente supersticiosa considerou indicação de que ele era feiticeiro. Depois de julgado, o galo foi atado a uma estaca e queimado com o ovo.
  • Um caracol faz um único acasalamento na vida. Também quando ele acontece... dura doze horas!

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A pesquisa foi realizada em parceria com a Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e revelou algo que há muito tempo intrigava os cientistas.
Por que balançamos os braços ao caminhar? Você já notou que a mão que vai à frente é oposta à perna que executa o passo?
Perguntas como estas intrigavam cientistas de todo o mundo há bastante tempo. Acreditava-se que o balanço dos braços era um resquício evolutivo de nossos antepassados quadrúpedes.
No entanto, cientistas da TU Delft (Universitade de Tecnologia de Delft) e da Universidade de Michigan realizaram uma pesquisa e descobriram o verdadeiro motivo do balanço de nossos braços enquanto andamos. Eles construíram um modelo mecânico para se ter uma idéia da dinâmica do movimento e contaram com o apoio de dez voluntários.
Aos voluntários foi pedido que caminhassem de um lado para o outro normalmente, depois com os braços presos ao corpo e, por fim, com os braços movimentando-se em sincronia com os passos de cada perna.
Os pesquisadores constataram que segurar os braços enquanto se caminha requer 12% a mais de gasto metabólico do que andar normalmente.
Quando se faz o movimento conhecido como antibalanço, no qual o braço que vai à frente é do mesmo lado que a perna que excuta o passo, é necessário 26% a mais de energia.
Com os resultados, os cientistas conluíram que o movimento dos braços contrabalança o movimento giratório do corpo durante a caminhada, além de suavizar o movimento e diminuir a necessidade de gasto energético.
“Longe de ser um resquício facultativo das necessidades locomotoras de nossos ancestrais quadrúpedes, o balanço dos braços é uma parte integral da economia energética do caminhar humano”, concluíram os pesquisadores.

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roupas
Roupa, traje, ou vestimenta, é o que usamos habitualmente para cobrir nosso corpo, e sua história revela uma evolução intimamente ligada à dos costumes. A Bíblia relaciona a origem do vestuário com o conceito do pecado, explicando que Adão e Eva reconheceram que estavam nus após comerem o fruto da árvore do Bem e do Mal, e por isso passaram a usar uma cinta feita com folhas de figueira. Nas regiões mais quentes da Terra os homens primitivos andavam nus porque não possuíam qualquer noção de pudor.
Dados como esses fizeram surgir a certeza de que foram as variações meteorológicas que impuseram ao homem de antigamente a necessidade de cobrir o corpo com alguma coisa.
Documentos da Idade da Pedra Polida evidenciam que o homem de então já usava um traje que consistiria numa proteção sumária igual à tanga ainda hoje utilizada por alguns povos selvagens, acrescida, no inverno, de peles de animais.
Mais adiante, na Assíria e Babilônia, o traje atingiu uma fase de adorno, consistindo numa espécie de camisões com mangas que diferenciavam as classes sociais apenas pela tonalidade do tecido. Avestimenta dos egípcios consistia essencialmente num avental pendente da cintura, que se alargou entre as classes mais ricas durante as dinastias faraônicas, transformando-se numa saia que descia até os joelhos; a túnica, comum a ambos os sexos, consistia em duas peças alongadas, presas nos ombros pelas pontas e fixadas à cintura por meio de um cinto, embora as mulheres costumassem acrescentar a ela um pequeno xale transparente e de cores vivas. Posteriormente, quando por influência asiática, as túnicas passaram a ser de tecido transparente, as escravas das famílias ricas começaram a andar quase despidas, usando apenas cintas e adornos.
Os hebreus vestiam túnicas largas, com mangas, colocando por cima delas mantos quadrados e enfeitados com riscas de várias cores. O traje dos fenícios era semelhante ao dos hebreus, embora mais luxuosos. As estátuas gregas atestam a perfeição que os helenos procuravam atingir, inclusive no seu modo de trajar: homens e mulheres vestiam uma túnica que chegava aos joelhos deles e aos pés delas, além de outras peças sobrepostas, cuja função era a de embelezar o vestuário. Os romanos usaram inicialmente um camisão curto que caía sobre o corpo, ao qual davam o nome de ruga; a toga foi um traje nacional, enriquecido e modificado através dos tempos de acordo com a classe social a que pertencia os que a usavam; as damas patrícias acrescentavam à sua roupa, por muito tempo semelhante à dos homens, um véu transparente, enquanto as donzelas casavam com uma túnica branca e um cinturão que deveria ser arrancado pelo noivo. No período de decadência do império, o traje romano, em grande parte imitado do grego, deixou-se influenciar por muitos elementos de outras origens. Os bárbaros, de modo geral, usavam trajes simples. Nos primeiros tempos de sua invasão, os francos, da Espanha, usavam uma camisa de linho, calção justo de lã, corpete também de linho e cabeça coberta com gorro, mas aos poucos, porém, os invasores do Império Romano passaram a usar as vestes locais. Quanto aos árabes, eles sempre tiveram um traje mais ou menos uniforme: a manta do deserto, os calções largos do homem nômade, a faixa cingida à cintura e a aljuba, veste curta semelhante a um colete, com mangas ou meia-mangas, justa ao corpo; já as mulheres usavam túnicas e véus que lhes cobriam parte do rosto.
Nos primeiros séculos da Idade Média, os trajes da Europa Ocidental caracterizavam-se por uma busca de simplicidade que pudesse demonstrar o espírito religioso da época:  por isso as mulheres usavam um traje ondulado que lhes encobria os contornos do corpo, enquanto os nobres também trataram de se adaptar a esse conceito procurando afastar-se o luxo do pagnismo. Apesar disso, no leste do continente ainda persistiam as influências asiáticas quanto ao luxo nos vestuários, tanto que com o advento das Cruzadas, o próprio Ocidente europeu se deixou influenciar pelos hábitos orientais, fazendo com que os trajes, tanto masculinos quanto femininos, evoluíssem para maior ostentação de riqueza. No século 12, isso foi influenciado consideravelmente pela arte bizantina, pois homens e mulheres passaram a usar roupas com maior finura de linhas; as mangas tornaram-se mais compridas, a ponto de chegarem ao chão; os mais ricos recorreram aos brocados asiáticos e aos roupões orientais; os nobres caracterizavam-se pela sua cota de malhas, justa, franjada e com bordados e pedrarias, além de manto solto e forrado de peles.
No século 13 o traje tornou-se mais severo, com os cavalheiros usando calças justas até a ponta dos pés, mas as damas rivalizavam com eles no uso de tecidos caros. No século 14, o gibão militar tornou-se também traje civil masculino, ao lado da beca, da camisa e do espartilho, além de calções ou calças, mas os grandes senhores usavam, ainda, capas ou sobretudos de mangas compridas; em meados dessa mesma época apareceram trajes femininos mais graciosos que as vestes onduladas tradicionais. No século 15 tornou-se mais evidente a vaidade no trajar: os vestidos tinham uma gola bem larga, as mangas eram muito justas e terminavam em punhos largos de pele ou seda; os homens ostentavam bonés altos e calças escorridas. Na segunda metade desse século a camisa passou a ser usada com uma abertura no pescoço, tornando-se moda a roupa branca luxuosa, mas no final do mesmo período, as saias das damas começaram a alargar-se na cintura. Na Espanha, surgiu a moda de terem as senhoras e donzelas uma cintura de vespa, e para isso os vestidos eram repuxados para as costas e para o peito. Após a queda de Constantinopla, o traje turco modificou-se consideravelmente:ambos os sexos passaram a se vestir de modo semelhante – camisa, calça ou calção largo, cinturão e turbante. A indumentária feminina divergia apenas porque os tecidos eram mais ricos e finos, e havia maior abundância de adornos.
Nos séculos 16 e 17 o traje europeu sofreu profundas modificações, evoluindo para formas mais graciosas. Os vestidos alargaram-se; as damas tinham corpetes muito decotados, bordados a ouro, vestidos de seda rica, aventais e capaz com capuz, ao passo que os homens usavam cabelo comprido, pescoço nu e peito erguido, além de decotes em suas roupas. A classe média adotava o padrão de roupas sem gola, manga de saco provida de punho, manto de gola alta e corpetes ajustados ao corpo. Em meados do século 17, o barroquismo, na Espanha e Portugal, refletiu-se também no modo de vestir, surgindo as vestes de gola alta com bordados a ouro e prata, enquanto as vestes femininas sofriam poucas modificações. As classes nobres da França caracterizaram-se igualmente, na época, pelo luxo do vestuário, o que se acentuou no século 18. A Revolução Francesa implantou vestes simples, abolindo-se também as cabeleiras para os homens. O Diretório (Corpo executivo que regeu a França de 10/95 a 11/99) caracterizou-se pelos vestidos femininos de cintura alta e decote pronunciado. Em meados do século 19 o calção masculino desapareceu definitivamente, substituído pela calça bem justa.
No começo do século 20 as mulheres usavam saias muito compridas e os homens colarinhos engomados muito altos. Em 1914 desapareceu a cauda na saia das mulheres, suprimiu-se o véu, e os costureiros parisienses, verdadeiros ditadores da moda, tendiam já para certa simplicidade. Com a divulgação das práticas esportivas, os trajes passaram a visar maior liberdade de movimento, e ao final da 1ª Grande Guerra, acentuou-se a tendência para vestidos femininos mais curtos. O traje masculino voltou-se para uma simplificação e alguma padronização, enquanto o feminino continuava a variar consideravelmente, de ano para ano. No Oriente, os chineses e japoneses conservaram até hoje os seus trajes tradicionais, embora nos últimos anos tenha sido observada a penetração cada vez maior dos modelos de roupa ocidentais. Em muitos países ainda existem modelos de roupa tradicionais, usados principalmente nas aldeias, e que se conservam como tradição local. Os trajes eclesiásticos, militares e afins, tiveram igualmente, através dos tempos, um processo evolutivo diferente do das roupas comuns.
Fonte: Enciclopédia Brasileira Mérito