Pense diferente!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Ai, Ai se eu te pego! Crítica contra o Galanteio sem romance!
“Enquanto a garota certa não vem, eu vou treinando com as erradas mesmo.” Ai se eu te pego!
Você já ouviu falar em Dom-juanismo ou “Síndrome de Dom Juan”? Pois é, tem muito por aí inclusive dentro das igrejas. Acho que os “marmanjos” estão aprendendo a usar a unção da conquista no lugar errado.
Frases do tipo: “Jesus te ama e EU TAMBÉM” só pra levar a menina pro escurinho da cantina ou então: “Deus me mandou aqui pra evangelizar você e mostrar o amor dele” com fala mansa e sensual, são típicas dessa Síndrome. O pior é se entrar no “Mixtério” (com “x” mesmo, porque é falsificado) para ter línguas estranhas, não a dos anjos, mas as de outras bocas. E tem menina que se deixa seduzir. Aliás, tem meninas que gostam. Isso me preocupa.
Quando somos adolescentes achamos que já vivemos todo tipo de amor e estamos aptos a discernir o certo do errado. Mal a juventude chega e o passado sombrio aliado ao medo da solidão nos fazem desesperar e o desespero leva a outros erros.
Como homem, quero abrir meu coração para vocês. Nós rapazes somos galanteadores mesmo, falamos o que vocês querem ouvir apenas para seduzi-las e tirar proveito, isso é fato! Qualquer menina que já tenha sido seduzida sabe do que eu estou dizendo, por isso vai de graça, grátis e 0800 o primeiro conselho:
Não pense só com o coração.
O coração é lindo, faz-nos sentir coisas maravilhosas, mas nos coloca em muitas “frias” também. Seja inteligente, já dizia um ditado que “a pressa é inimiga da perfeição” acalme seu coração e ore. Quando você ora o seu cérebro entra em ação e Jesus trabalha em seu coração.
Galera saiba se valorizar. Não se venda por tão pouco. Todo mundo em um momento ou outro da vida tem crise de identidade, se acha horrível, indesejável ou deprimido, isso acontece com TODO MUNDO, acontece comigo, e sabe o que eu aprendi? Uma vez recebi de uma pessoa que admiro muito um sábio conselho e quero repartir com você, vai meu segundo conselho:
Você não é feio, porque foi Deus que te fez e Deus não faz porcaria!
Pegue um espelho, olhe bem nos seus olhos e diga: “Você não é feio, porque foi Deus que te fez e Deus não faz porcaria!” Isso é a mais pura verdade. Somos filhos preciosos, valorosos e muito amados. O Senhor tem interesse em nos fazer feliz, precisamos apenas saber esperar o tempo certo.
Por fim quero incentivá-los a viver uma vida plena em Cristo. Não importa os erros do passado, não importa a idade que você tenha, Deus é especialista em transformar fracassos em vitórias e como ele conhece o amanhã fique tranqüilo que Ele não vai se atrasar.
Confie, espere, se valorize, e se entregue de corpo e alma a Ele e o mais Ele fará.
Na paz d’Aquele que nos seduziu com amor verdadeiro e quer que você seja feliz,
Felipe Heiderich
domingo, 11 de dezembro de 2011
Expressões Populares
Todos nós usamos expressões idiomáticas curiosas para descrever situações ou comentar fatos do cotidiano. Mas, como quase ninguém sabe como essas expressões surgiram, o “Você Sabia?” resolveu explicar. Confira:
Acabar em pizza
Uma das expressões mais usadas no meio político é “tudo acabou em pizza”, empregada quando algo errado é julgado sem que ninguém seja punido. O termo surgiu no futebol. Na década de 60, alguns cartolas palmeirenses se reuniram para resolver alguns problemas e, depois de 14 horas seguidas de brigas e discussões, estavam com muita fome. Assim, todos foram a uma pizzaria, tomaram muito chope e pediram 18 pizzas grandes. Depois disso, simplesmente esqueceram o assunto, foram para casa e a paz reinou. Depois desse episódio, Milton Peruzzi, que trabalhava no jornal Gazeta Esportiva, publicou a seguinte manchete: “Crise Do Palmeiras Termina Em Pizza”. Daí em diante, a expressão pegou.
Casa da Mãe Joana
A expressão se deve a Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença, que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382. Em 1346, ela se refugiou em Avignon, na França. Aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde estava refugiada. Uma das normas dizia: “o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar.” Transposta para Portugal, a expressão “paço-da-mãe-joana” virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, a palavra “paço”, por não fazer parte da linguagem popular, foi substituído por “casa”. Assim, “casa-da-mãe-joana” passou a servir para indicar um lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde impera a desordem e a desorganização.
Dar com os burros n’água
De mãos abanando
Na época da intensa imigração no Brasil, os imigrantes tinham que ter suas próprias ferramentas. As “mãos abanando” eram um sinal de que aquele imigrante não estava disposto a trabalhar. A partir daí o termo passou a ser empregado para designar alguém que não traz nada consigo. Uma aplicação comum da expressão é quando alguém vai a uma festa de aniversário sem levar presente.
Entrar com o pé direito
Feito nas coxas
Esta expressão surgiu na época da colonização brasileira. As telhas usadas nas construções da época, feitas de barro, eram moldadas nas coxas dos escravos. Assim, algumas vezes ficavam largas, outras vezes finas, mas nunca num tamanho uniforme. Foi desta forma que surgiu a expressão, utilizada para indicar algo mal feito.
Fazer uma vaquinha
Guardado a sete chaves
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes: um baú que possuía quatro fechaduras. Cada uma destas chaves era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto, eram apenas quatro chaves. Mas o número sete passou a ser utilizado em razão de seu valor místico, desde a época das religiões primitivas. Assim, começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” para designar algo muito bem guardado.
Jurar de pés juntos
Lágrimas de crocodilo
Quando dizemos que uma pessoa está “chorando lágrimas de crocodilo”, queremos dizer que ela está fingindo, chorando de uma forma falsa. Tal expressão, utilizada no mundo inteiro, veio do fato de que o crocodilo, quando está devorando suas presas, faz uma pressão muito forte sobre o céu da boca e estimula suas glândulas lacrimais, dando a impressão de que o animal está chorando. Obviamente, o animal não chora e por isso surgiu a expressão popular.
Motorista barbeiro
No século XIX, os barbeiros faziam, não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também tiravam dentes, cortavam calos, entre outras coisas. Por não serem profissionais, seus serviços mal feitos eventualmente geravam consequências. A partir daí, desde o século XV, todo serviço ruim passou a ser atribuído ao barbeiro, por meio da expressão “coisa de barbeiro”. A expressão veio de Portugal. Contudo, a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
Onde Judas perdeu as botas
Esta expressão é usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível. Existe uma história não comprovada que relata que, após trair Jesus, Judas enforcou-se descalço em uma árvore, porque havia posto o dinheiro que ganhara por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava descalço, saíram em busca dos mesmos e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se as botas foram achadas. Acredita-se que foi assim que surgiu tal expressão.
Pensando na morte da bezerra
Pra inglês ver
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas. Assim, elas teriam sido criadas apenas “para inglês ver”. Foi assim que surgiu a expressão.
Rasgar seda
Tal expressão, utilizada quando alguém elogia demais outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Nela, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a mulher percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue suas sedas, que se esfiapa.” Foi assim que surgiu a expressão.
Tirar o cavalo da chuva
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, o visitante deixava o cavalo ao relento, em frente à casa do anfitrião. Caso a visita fosse demorar, colocavam o animal nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia colocar seu cavalo protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa. De gozação, dizem que Rui Barbosa, que gostava de falar difícil, dizia “retirar o equino da precipitação pluviométrica”…
SONHOS - 7 fatos interessantes sobre eles
Sonhos são fenômenos misteriosos, que há milhares de anos intrigam os seres humanos. Mas, na medida em que os cientistas vão sendo capazes de explorar mais profundamente a nossa mente, algumas respostas estão sendo encontradas. Veja aqui 7 coisas que se sabem sobre o que se passa nesse estranho e fascinante país dos sonhos:
Sonhos têm significados
Pesadelos podem ser alertas sobre saúde
Como se já não bastasse os pesadelos serem aterrorizantes, um certo transtorno do sono leva as pessoas a “atuar” nos seus sonhos, com movimentos violentos, chutes e gritos. Esses sonhos violentos podem ser um sinal de desordens do cérebro, incluindo o Mal de Parkinson e demência. Pesquisas sugerem que estágios iniciais dessas doenças neurodegenerativas podem começar muitos anos antes de alguém ser diagnosticado.
Dormir tarde = mais pesadelos
Pessoas que costumam dormir muito tarde estão mais sujeitas a ter pesadelos. Numa pesquisa, 264 estudantes universitários disseram quantas vezes tiveram pesadelos. Os que tinham o hábito de dormir tarde tiveram uma média bem mais alta do que aqueles que dormiam cedo.
Os pesquisadores não souberam explicar o que causava essa ligação entre hábitos de sono e pesadelos. Entre as possibilidades, está o hormônio do estresse, o cortisol, que atinge seu pico de manhã, pouco antes de uma pessoa acordar, um momento em que estamos mais propensos ao sono REM (*). Se a pessoa ainda estiver dormindo nesse momento, talvez o aumento do cortisol possa provocar pesadelos.
Os pesquisadores não souberam explicar o que causava essa ligação entre hábitos de sono e pesadelos. Entre as possibilidades, está o hormônio do estresse, o cortisol, que atinge seu pico de manhã, pouco antes de uma pessoa acordar, um momento em que estamos mais propensos ao sono REM (*). Se a pessoa ainda estiver dormindo nesse momento, talvez o aumento do cortisol possa provocar pesadelos.
(*) O sono R.E.M., (em Inglês, Rapid Eye Movement = Movimento Rápido dos Olhos), é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos. Durante esta fase, os olhos movem-se rapidamente e a atividade cerebral é similar àquela que se passa nas horas em que se está acordado.
Sonhos podem solucionar problemas
Parte da razão para sonharmos pode ser o pensamento crítico. Um estudo descobriu que os sonhos podem nos ajudar a resolver problemas que enfrentamos durante o dia. De acordo o estudo, é o aspecto visual, e muitas vezes ilógico, dos sonhos, que os tornam adequados para o tipo de pensamento que é necessário para resolver certos problemas. “Seja qual for o estado em que estamos de sono, nós ainda estamos trabalhando nos mesmos problemas”, afirmou um pesquisador, acrescentando que os sonhos podem ter evoluído para uma outra finalidade, mas é possível que tenham sido aperfeiçoados pelo tempo para várias tarefas, inclusive para ajudar a “reiniciar” o cérebro e resolver problemas.
Homens têm mais sonhos eróticos
Os homens são mais propensos do que as mulheres a sonhar com sexo. Aliás, as mulheres são mais propensas a ter pesadelos com sexo. Em um estudo com quase 200 homens e mulheres com idades entre 18 a 25 anos, descobriu-se que os pesadelos das mulheres podiam ser divididos em três tipos:
• Assustadores (ser perseguida ou ter a vida em perigo).
• Os que envolvem a morte de um ente querido.
• Sonhos confusos.
• Os que envolvem a morte de um ente querido.
• Sonhos confusos.
Se as mulheres têm que relatar o sonho mais importante que já tiveram, elas são mais propensas do que os homens a relatar um pesadelo muito perturbador. Elas relatam mais pesadelos e eles são mais fortes do que os dos homens. Isso não significa que as mulheres não se divertem em seus sonhos. Uma pesquisa revelou que, dos cerca de 3.500 relatos de sonhos, aproximadamente 8% continham algum tipo de atividade sexual. O mais comum envolvia penetração, seguido de proposições sexuais, beijos, fantasias e masturbação.
É possível controlar os sonhos
Está interessado em sonhos lúcidos? Comece a jogar videogame. As duas coisas representam realidades alternativas. É claro que não são completamente iguais; os videogames são controlados por computadores e consoles, enquanto os sonhos surgem da mente humana.
Os jogadores são usados para controlar seus ambientes de jogo, de modo que isso pode se traduzir em sonhos. Uma pesquisa mostrou que as pessoas que jogam videogame são mais propensas a ter sonhos lúcidos, nos quais se veem fora de seus corpos e também são capazes de interagir com os seus sonhos, como se controlassem um jogo. Esse controle pode ajudar a transformar um pesadelo horripilante num sonho tranquilo.
Os jogadores são usados para controlar seus ambientes de jogo, de modo que isso pode se traduzir em sonhos. Uma pesquisa mostrou que as pessoas que jogam videogame são mais propensas a ter sonhos lúcidos, nos quais se veem fora de seus corpos e também são capazes de interagir com os seus sonhos, como se controlassem um jogo. Esse controle pode ajudar a transformar um pesadelo horripilante num sonho tranquilo.
Sonhos ajudam a relaxar
Cientistas descobriram que, durante a fase de sonho do sono (o sono REM, mencionado anteriormente), há uma diminuição dos níveis de certas substâncias químicas no cérebro associadas ao estresse. Durante o sono REM há uma diminuição acentuada dos níveis de norepinefrina, um produto químico cerebral associado ao estresse. Ao reprocessar experiências emocionais anteriores – neste ambiente neuroquimicamente seguro de norepinefrina baixa durante o sono REM – acordamos no dia seguinte e essas experiências foram enfraquecidas em sua energia emocional. Sentimo-nos melhores a respeito delas, sentimos que podemos lidar com esses problemas.
sábado, 10 de dezembro de 2011
O HOMEM
Usain St. Leo Bolt, 23 anos, é um corredor jamaicano, recordista olímpico e mundial dos 100 metros rasos, tendo completado a prova em 9,69 segundos, a de 200 metros em 19,30 segundos e, na Olimpíada de 2008, conseguido o título, com sua equipe, na prova de 4×100 metros em 37,10 segundos. O atleta é o primeiro a ganhar os três eventos, na mesma olimpíada, desde Carl Lewis, que conseguiu o feito em 1984. Além disso, Bolt quebrou recordes mundiais nas três provas. No dia 16 de agosto deste ano, ele conseguiu quebrar o próprio recorde, completando a prova de 100 metros em apenas 9,58 segundos.
O Carro Produzido em série
Em agosto passado, a empresa Barabus liberou informações sobre o TKR, um novo carro com 1005 cavalos de potência, que, segundo a fabricante, consegue atingir 100 quilômetros por hora em apenas 1,67 segundos. Além disso, o carro atinge a velocidade de 430 quilômetros por hora, quase 50 a mais do que o anterior carro mais veloz do mundo, o Veyron.
O Animal Terrestre
O cheetah, também conhecido como guepardo, consegue atingir a velocidade de 120 quilômetros por hora com seu corpo esguio, especialmente talhado para corridas. O felino vive em várias regiões da África, onde utiliza a sua velocidade para a caça. Dificilmente uma presa consegue escapar das suas garras.
O COMPUTADOR
O “roadrunner” é um computador que foi construído pela IBM no Novo México, Estados Unidos, ao custo de mais de 130 milhões de dólares, quase 260 milhões de reais. Atualmente, ele é o computador mais veloz do mundo, conseguindo realizar 1.026 quadrilhões de cálculos por segundo.
O PEIXE
O agulhão-vela, um peixe da espécie Istiophorus platypterus, vive nas regiões mais aquecidas dos oceanos. Surpreendentemente, o peixe consegue atingir velocidades de até 110 quilômetros por hora, mais rápido que o limite em muitas rodovias.
O TREM
No Japão, trens JR-Maglev MLX01 chegaram a 581 quilômetros por hora. Usando imãs supercondutores ele flutua sobre os trilhos para atingir essa super velocidade. O segundo trem mais veloz também é japonês, e chega a 574,8 quilômetros por hora.
O TOBOGÃ
O “Insano” é o tobogã mais veloz do mundo. Ele tem 41 metros de altura, equivalentes a um prédio de 14 andares. Como consequência, quem tem coragem de experimentar o brinquedo desliza nele numa média de quatro a cinco segundos, numa velocidade que chega a 105 quilômetros por hora. Entendeu agora o porquê do nome “Insano”?
O SUBMARINO
O submarino K-222 foi colocado pela primeira vez ao mar em 28 de dezembro de 1963, na Rússia, e chegava a 44,7 nós náuticos (aproximadamente 80 quilômetros por hora). Mas a velocidade do submarino trouxe vários problemas ao veículo, como ruídos excessivos. Não se sabe se esses problemas foram superados.
O AVIÃO
A aeronave experimental X-15, da Força Aérea dos Estados Unidos, era equipada com motores de foguete. Não somente atingiu o recorde de velocidade, no início da década de 1960, mas também quebrou o recorde de altitude. Chegou a 80,47km de altura (o que classificou os pilotos como astronautas) a uma velocidade de 7.273 km/h.
O PÁSSARO
O falcão peregrino, que vive na América do Norte, é uma grande ave de rapina. Ele chega a atingir a velocidade de 322 quilômetros por hora em sua descida.
sábado, 24 de setembro de 2011
Curiosidades Sobre o Cachorro Quente
Determinar a origem de um prato é tarefa (quase) impossível na
culinária. Mais ainda quando ele conquista paladares do mundo inteiro, e
a receita acompanha a diversidade de hábitos alimentares. De acordo com
o lugar onde é preparado, sanduíches com nomes idênticos podem levar
açaí, manga, repolho, ovo, purê de batata e uva passa — e esses são
apenas alguns sabores que dividem com salsichas o pequeno espaço entre
uma fatia e outra de pão. Com vocês, cachorro-quente.
A teoria mais difundida sobre a origem sanduíche é de meados do
século XIX, na Alemanha. Conta-se que o açougueiro e produtor de
linguiças Johann Georghehner batizou a receita em homenagem a seu
cãozinho da raça basset. Mas foi nos Estados Unidos que o
cachorro-quente ganhou popularidade. Em Nova York, por exemplo, come-se
hot dog na rua com cebola, chucrute e mostarda, costume, por sinal,
parecido com o alemão. Isso sem falar no enorme consumo em estádios e
eventos esportivos. E isso não é tudo. Abacate, banana, papaia, cebola,
feijão vermelho e alho são alguns exemplos de como o preparo varia de
acordo com a cultura do lugar
No Brasil, o cachorro-quente tornou-se popular em 1942, com a vinda
de norte-americanos para as bases militares durante a II Guerra
Mundial. As cinco regiões do País também fazem adaptações na receita. No
Sul, ele sofre influência alemã, já no Norte, pode vir com maionese de
tucupi e aviú (pequeno camarão de água doce). Em Recife, o sanduíche nem
leva salsicha, mas pimentão verde, tomate, cebola e carne moída
Com a riqueza da culinária de São Paulo, a diversidade de
cachorro-quente também é grande. Vale tudo na terra da garoa: purê de
batata, batata palha, molho vinagrete, ervilha, milho etc. Mas para
alguns consumidores quanto mais simples melhor.
Outra coisa que pode mudar o jeitão do sanduíche é o pão. O tipo
hot dog, de massa doce, ou baguete, para um sanduíche mais crocante, são
os preferidos do brasileiro.
Norte: cachorro-quente com maionese de tucupi, aviú
(pequeno camarão de rio), ervas como chicória e jambú, açaí entre outros
ingredientes típicos da região. Em Manaus, por exemplo, o
cachorro-quente leva o nome de kikão e tem grande variedade de estilos.
Desde os mais simples até os mais elaborados com tucupi e outras
delícias da cozinha regional.
Nordeste: normalmente servido com uma ou duas salsichas, tem opções com milho, ervilha, batata palha, requeijão, molho vinagrete ( tomate, cebola, pimentão e coentro com azeite de oliva e vinagre), queijos cremoso e ralado. Ali, pão com pimentão verde, carne moída, tomate e cebola também é chamado de cachorro-quente.
Centro-oeste: o pequi também está presente nesta versão do cachorro-quente em forma de molhos, óleos e pimentas aromatizadas, valorizando um ingrediente peculiar desta região.
Sudeste: na região há versões de diversas regiões do Brasil. Purê de batata, milho, ervilha, queijos, ovos de codorna, uva passa, batata palha são alguns exemplos de ingredientes usados no cachorro-quente.
Sul: por conta da influência alemã, podem levar purê de batata, saborosas opções de mostardas, chucrute e raiz forte. A variedade de salsichas é grande.
Nordeste: normalmente servido com uma ou duas salsichas, tem opções com milho, ervilha, batata palha, requeijão, molho vinagrete ( tomate, cebola, pimentão e coentro com azeite de oliva e vinagre), queijos cremoso e ralado. Ali, pão com pimentão verde, carne moída, tomate e cebola também é chamado de cachorro-quente.
Centro-oeste: o pequi também está presente nesta versão do cachorro-quente em forma de molhos, óleos e pimentas aromatizadas, valorizando um ingrediente peculiar desta região.
Sudeste: na região há versões de diversas regiões do Brasil. Purê de batata, milho, ervilha, queijos, ovos de codorna, uva passa, batata palha são alguns exemplos de ingredientes usados no cachorro-quente.
Sul: por conta da influência alemã, podem levar purê de batata, saborosas opções de mostardas, chucrute e raiz forte. A variedade de salsichas é grande.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Esperar vale a pena?
A hastag #EsperarValeaPena está bombando hoje no Twitter. A essa altura você deve saber o que essas pessoas tanto estão esperando para fazer, mas não custa reforçar: para eles, sexo só vai acontecer depois do casamento. Mas você saber quem está por trás do movimento? Nós já entrevistamos um dos fundadores, confira o que rolou:
Matéria publicada no site da Galileu em 26/06/2011.
“Eu escolhi esperar”, diz coordenador de campanha pela castidade
Pastor usa redes sociais para incentivar jovens a só fazerem sexo depois do casamento
Mesmo sofrendo gozações dos amigos, eles saíram do armário e resolveram assumir sua posição em relação ao sexo nas redes sociais. Não, não estamos falando dos homossexuais nem de nenhuma outra orientação sexual. Um grupo bem menos conhecido – e comentado pela mídia – são os jovens que decidiram esperar o casamento para fazer sexo. Há algumas semanas eles ficam mais numerosos ao assumirem sua posição no Facebook e Twitter.
A campanha #euescolhiesperar mobiliza mais de 20 mil pessoas no Twitter e esteve entre os temas mais comentados do microblog no Brasil nos dias 20 e 21 de junho. Além disso, mais de 4 mil pessoas “curtem” o movimento pela castidade no Facebook. Galileu procurou o homem por trás da ideia. O pastor e coordenador da ONG cristã Mobiliza Brasil, Nelson Junior, diz que esperou encontrar a mulher ideal para fazer sexo e quer divulgar a ideia para fortalecer quem optou por ela. E afirma que deveríamos falar mais sobre sexo. Confira o papo e comente.
De onde veio a ideia da campanha?
Da minha vida, um dia escolhi esperar o tempo e a pessoa certos para ter um relacionamento da forma certa em vez de me aventurar emocionalmente. Como vivi isso e colhi os frutos, hoje falo aos mais jovens o que experimentei. Foi uma verdade que funcionou comigo, surgiu a ideia de fazer uma campanha assim como a do câncer ou contra as drogas. Começamos um movimento que valoriza a pessoa e os relacionamentos.
Do que se trata a campanha?
A sociedade prega uma falsa liberdade sexual, diz que devemos usá-la sem limites. E é aí que a liberdade acaba e tem graves consequências. Criamos a campanha para fortalecer jovens que querem uma vida emocional e sexual responsável, não é uma militância para ganhar novos adeptos. Sexo é um assunto tabu em igrejas cristãs hoje. Para alguns grupos é imoral falar sobre isso. Mostramos aos pais e líderes religiosos que ele precisa ser tratado de forma aberta urgentemente. Sexo não é imoral, foi criado por Deus, é uma coisa bela, o que precisamos é restaurar o sexo.
Qual o papel das redes sociais na campanha?
Usamos as redes para divulgar. Começamos há 4 meses e, para nossa surpresa, passamos dos 20 mil seguidores. Ganhamos 300 adeptos novos no Twitter por dia. A campanha é bem recebida na internet. Muitos jovens escrevem agradecendo. Até não-cristãos escrevem encorajando, acham que a sociedade perdeu valores.
As redes estão ajudando pessoas que querem esperar pelo casamento a sair do armário?
Estão gerando conscientização de que não há vergonha alguma nisso. Há tempos eu passei por isso, me sentia constrangido em dizer que minha opção era ser virgem na escola. Quando fui ficando mais velho, já falava abertamente. As redes ajudam as pessoas a verem que não é vergonhoso. Até liberta, dá o poder de dizer: cada um tem sua opção e a minha é essa.
Vocês têm algum plano para passeatas ou marchas?
Temos pensado à respeito. Estamos só cogitando, ainda sem plano de ação. Mas é possível. Já programamos mais mobilizações nas redes para 6 de setembro, que é dia do sexo. Em 20 de junho, fizemos uma twitcam e pedimos para as pessoas twitarem a hashtag #euescolhiesperar e dizer de onde são para conseguirmos rastrear suas cidades. Em 15 minutos, já estava nos TT’s, e ficou lá até o outro dia. Não foi proposital.
*Na prática, que ações vocês fazem promover a ideia?Oferecemos palestras e seminários em igrejas e entidades para pais, filhos adolescentes e também para pessoas de mais idade, nosso desejo é gerar cultura para os relacionamentos nos padrões de Deus, da Bíblia.
Você é pastor de onde?Hoje estou dando seminários, não estou mais à frente de uma igreja. Fui 10 anos pastor da igreja evangélica de Vila Velha. Agora me dedico à ONG MOB (Mobilizando Brasil).
Quem sustenta a ONG?
Temos uma equipe voluntária. São advogados, professores, pessoas que têm causa e investem seu tempo nisso. Como as pessoas que trabalham na ONG são de igrejas diferentes, não divulgamos igrejas para não promover um grupo especifico, ela é de caráter cristão. Justamente pela neutralidade, nossa campanha foi bem aceita por diferentes segmentos.
Quem pretendem atingir com a campanha?
Queremos fortalecer jovens solteiros que tomaram a decisão de esperar. O assunto no Brasil hoje, na área da sexualidade, é o reconhecimento da união homossexual, a sociedade aprova essa conduta. Mas, se um jovem fala que quer se preparar para o casamento, é motivo de zombaria, sofre discriminação. Mostramos que eles não são malucos ou recatados. Não ensinamos castidade ou a virgindade, o foco é preparar para o casamento, para famílias saudáveis. A sociedade valoriza o ato sexual independente com quem seja, a liberdade não é para a pessoa, é para o sexo. Deus quer mais que virgindade, quer uma vida com boas ações. O grande número de divórcios acontece pela banalização da promiscuidade.
Quer dizer que quem não é mais virgem é bem recebido?Encorajamos quem nunca teve uma experiência sexual a se guardar. E, àqueles que já fizeram, mas escolheram esperar, queremos mostrar que nunca é tarde para fazer o que é certo, recomeçar. O fato da pessoa já ter experiências antes não tira o valor de sua decisão. Dizemos que sexo é bom, é de Deus, só que no contexto do casamento.
Vocês têm alguma posição sobre camisinha?
Não pensei sobre isso, como nossa mensagem é focada aos solteiros, a camisinha acaba nem entrando em discussão, o foco é não fazer sexo. Você não precisa dela porque está se guardando para o casamento.
O que acham do anel de castidade usado por alguns grupos nos Estados Unidos?
Ainda não trabalhamos com o anel. Quando nos perguntam, aprovamos, mas precisa vir como símbolo da decisão que a pessoa tomou.
A campanha #euescolhiesperar mobiliza mais de 20 mil pessoas no Twitter e esteve entre os temas mais comentados do microblog no Brasil nos dias 20 e 21 de junho. Além disso, mais de 4 mil pessoas “curtem” o movimento pela castidade no Facebook. Galileu procurou o homem por trás da ideia. O pastor e coordenador da ONG cristã Mobiliza Brasil, Nelson Junior, diz que esperou encontrar a mulher ideal para fazer sexo e quer divulgar a ideia para fortalecer quem optou por ela. E afirma que deveríamos falar mais sobre sexo. Confira o papo e comente.
De onde veio a ideia da campanha?
Da minha vida, um dia escolhi esperar o tempo e a pessoa certos para ter um relacionamento da forma certa em vez de me aventurar emocionalmente. Como vivi isso e colhi os frutos, hoje falo aos mais jovens o que experimentei. Foi uma verdade que funcionou comigo, surgiu a ideia de fazer uma campanha assim como a do câncer ou contra as drogas. Começamos um movimento que valoriza a pessoa e os relacionamentos.
Do que se trata a campanha?
A sociedade prega uma falsa liberdade sexual, diz que devemos usá-la sem limites. E é aí que a liberdade acaba e tem graves consequências. Criamos a campanha para fortalecer jovens que querem uma vida emocional e sexual responsável, não é uma militância para ganhar novos adeptos. Sexo é um assunto tabu em igrejas cristãs hoje. Para alguns grupos é imoral falar sobre isso. Mostramos aos pais e líderes religiosos que ele precisa ser tratado de forma aberta urgentemente. Sexo não é imoral, foi criado por Deus, é uma coisa bela, o que precisamos é restaurar o sexo.
Qual o papel das redes sociais na campanha?
Usamos as redes para divulgar. Começamos há 4 meses e, para nossa surpresa, passamos dos 20 mil seguidores. Ganhamos 300 adeptos novos no Twitter por dia. A campanha é bem recebida na internet. Muitos jovens escrevem agradecendo. Até não-cristãos escrevem encorajando, acham que a sociedade perdeu valores.
As redes estão ajudando pessoas que querem esperar pelo casamento a sair do armário?
Estão gerando conscientização de que não há vergonha alguma nisso. Há tempos eu passei por isso, me sentia constrangido em dizer que minha opção era ser virgem na escola. Quando fui ficando mais velho, já falava abertamente. As redes ajudam as pessoas a verem que não é vergonhoso. Até liberta, dá o poder de dizer: cada um tem sua opção e a minha é essa.
Temos pensado à respeito. Estamos só cogitando, ainda sem plano de ação. Mas é possível. Já programamos mais mobilizações nas redes para 6 de setembro, que é dia do sexo. Em 20 de junho, fizemos uma twitcam e pedimos para as pessoas twitarem a hashtag #euescolhiesperar e dizer de onde são para conseguirmos rastrear suas cidades. Em 15 minutos, já estava nos TT’s, e ficou lá até o outro dia. Não foi proposital.
*Na prática, que ações vocês fazem promover a ideia?Oferecemos palestras e seminários em igrejas e entidades para pais, filhos adolescentes e também para pessoas de mais idade, nosso desejo é gerar cultura para os relacionamentos nos padrões de Deus, da Bíblia.
Você é pastor de onde?Hoje estou dando seminários, não estou mais à frente de uma igreja. Fui 10 anos pastor da igreja evangélica de Vila Velha. Agora me dedico à ONG MOB (Mobilizando Brasil).
Quem sustenta a ONG?
Temos uma equipe voluntária. São advogados, professores, pessoas que têm causa e investem seu tempo nisso. Como as pessoas que trabalham na ONG são de igrejas diferentes, não divulgamos igrejas para não promover um grupo especifico, ela é de caráter cristão. Justamente pela neutralidade, nossa campanha foi bem aceita por diferentes segmentos.
Quem pretendem atingir com a campanha?
Queremos fortalecer jovens solteiros que tomaram a decisão de esperar. O assunto no Brasil hoje, na área da sexualidade, é o reconhecimento da união homossexual, a sociedade aprova essa conduta. Mas, se um jovem fala que quer se preparar para o casamento, é motivo de zombaria, sofre discriminação. Mostramos que eles não são malucos ou recatados. Não ensinamos castidade ou a virgindade, o foco é preparar para o casamento, para famílias saudáveis. A sociedade valoriza o ato sexual independente com quem seja, a liberdade não é para a pessoa, é para o sexo. Deus quer mais que virgindade, quer uma vida com boas ações. O grande número de divórcios acontece pela banalização da promiscuidade.
Quer dizer que quem não é mais virgem é bem recebido?Encorajamos quem nunca teve uma experiência sexual a se guardar. E, àqueles que já fizeram, mas escolheram esperar, queremos mostrar que nunca é tarde para fazer o que é certo, recomeçar. O fato da pessoa já ter experiências antes não tira o valor de sua decisão. Dizemos que sexo é bom, é de Deus, só que no contexto do casamento.
Vocês têm alguma posição sobre camisinha?
Não pensei sobre isso, como nossa mensagem é focada aos solteiros, a camisinha acaba nem entrando em discussão, o foco é não fazer sexo. Você não precisa dela porque está se guardando para o casamento.
O que acham do anel de castidade usado por alguns grupos nos Estados Unidos?
Ainda não trabalhamos com o anel. Quando nos perguntam, aprovamos, mas precisa vir como símbolo da decisão que a pessoa tomou.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
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