segunda-feira, 9 de maio de 2011

Informe-se


Osama e Obama



Frei Betto
Escritor e assessor de movimentos sociais
Adital
Estranho que a CIA, ao declarar que assassinou Osama Bin Laden, não tenha exibido o corpo, como fez à sobeja com outro "troféu de caça”: Ernesto Che Guevara.

Bin Laden saiu da vida para entrar na história. Até aí, nada de novo. A história, da qual poucos têm memória, está repleta de bandidos e terroristas, cujos nomes e feitos quase ninguém lembra. Os mais conhecidos são o rei Herodes; Torquemada, o grande inquisidor; a rainha Vitória, a maior traficante de drogas de todos os tempos, que promoveu, na China, a Guerra do Ópio; Hitler; o presidente Truman, que atirou bombas atômicas sobre as populações de Hiroshima e Nagasaki; e Stálin.

O perigo é que Osama passe da história ao mito e, de mito, a mártir. Sua morte não deveria merecer mais do que uma nota nas páginas interiores dos jornais. No entanto, como os EUA são um país necrófilo, que se nutre de vítimas de suas guerras, Obama transforma Osama num ícone do mal, atiçando o imaginário de todos aqueles que, por alguma razão, odeiam o imperialismo estadunidense.

Saddam Hussein, marionete da Casa Branca manipulada contra a revolução islâmica do Irã, demonstrou que o feitiço se volta contra o feiticeiro.

Desde 1979, Osama Bin Laden tornou-se o braço armado da CIA contra a ocupação soviética no Afeganistão. A CIA ensinou-o a fabricar explosivos e realizar ataques terroristas, movimentar sua fortuna através de empresas-fantasmas e paraísos fiscais, operar códigos secretos e infiltrar agentes e comandos.

"Bin Laden é produto dos serviços americanos”, afirmou o escritor suíço Richard Labévière. Derrubado o Muro de Berlim, desde 1990 Bin Laden passou a apontar seu arsenal terrorista para o coração de Tio Sam.

O terrorismo é execrável, ainda que praticado pela esquerda, pois todo terrorismo só beneficia um lado: a extrema direita. Na vida se colhe o que se planta. Isso vale para as dimensões pessoal e social. Se os EUA são hoje atacados de forma tão violenta é porque, de alguma forma, eles se valeram do seu poder para humilhar povos e etnias. Há décadas abusam de seu poder, como é o caso da ocupação de Porto Rico; a base naval de Guantánamo encravada em Cuba; as guerras ao Iraque e Afeganistão e, agora, à Líbia; a participação nas guerras da Europa Central; a omissão diante dos conflitos e das ditaduras árabes e africanas.

Já era tempo de os EUA, como mediadores, terem induzido árabes e israelenses a chegarem a um acordo de paz. Tudo isso foi sendo protelado, em nome da hegemonia de Tio Sam no planeta. De repente, o ódio irrompeu da forma brutal, mostrando que o inimigo age, também, fora de toda ética, com a única diferença de que ele não dispõe de fóruns internacionais para legitimar sua ação criminosa, como é o caso da conivência da ONU com os genocídios praticados pela Casa Branca.

Quem conhece a história da América Latina sabe muito bem como os EUA, nos últimos 100 anos, interferiram diretamente na soberania de nossos países, disseminando o terror. Maurice Bishop foi assassinado pelos boinas verdes em Granada; os sandinistas foram derrubados pelo terrorismo desencadeado por Reagan; os cubanos continuam bloqueados desde 1961, sem direito a relações normais com os demais países do mundo, e uma parte de seu território, Guantánamo, continua invadida pelo Pentágono.

Nas décadas de 1960 e 70, ditaduras foram instauradas no Brasil, na Argentina, no Chile, no Uruguai, na Bolívia, na Guatemala e em El Salvador, com o patrocínio da CIA e sob a orientação de Henry Kissinger.

Violência atrai violência, dizia dom Helder Camara. O terrorismo não leva a nada, exceto a endurecer a direita e suprimir a democracia, levando os poderosos à convicção de que o povo é incapaz de governar-se por si mesmo.

Vítimas inocentes não podem ser sacrificadas para satisfazer a ganância de governos imperiais que se julgam donos do mundo e pretendem repartir o planeta como se fossem fatias de um apetitoso bolo. Os atentados de 11 de setembro de 2001 demonstraram que não há ciência ou tecnologia capaz de proteger pessoas ou nações. Inútil os EUA gastarem trilhões de dólares em esquemas sofisticados de defesa. Melhor seria que essa fortuna fosse aplicada na paz mundial, que só irromperá no dia em que ela for filha da justiça.

A queda do Muro de Berlim pôs fim ao conflito Leste-Oeste. Resta agora derrubar a muralha da desigualdade entre Norte-Sul. Sem que o pão seja nosso, nem o Pai e nem paz serão nossos

domingo, 8 de maio de 2011

ABSURDO: ÁGUA BENTA DE R$ 100 a 1000 REAIS - www.telacrente.org


são estes absurdos que luto, combato, me iro com estes charlatões... Abusando da fé alheia como se Deus precisasse de dinheiro pra curar. De graça recebei, de graça dai. Mas o que é destes mercenários está por vir. :@

Informe-se


COMO ENSINAR SEU PAPAGAIO A FALAR

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O papagaio (também conhecido como louro) é uma das muitas aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes, família Psittacidae; vivem cerca de 100 anos e regra geral, acasalam para a vida. Os papagaios têm como característica um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Alguns papagaios são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. A família Psittacidae inclui também as araras, piriquitos, maracanãs, jandaias, piriquitões e apuins.
Quer ensinar seu papagaio a falar? Aí vão 7 dicas pra você.
Donos de papagaios são capazes de ter uma relação única com seus bichos de estimação devido à capacidade de um papagaio de se comunicar. É uma relação de confiança e dedicação para praticar, mas esses passos simples vão ajudar em sua jornada para um bate-papo!
1. Encontre a pessoa mais comunicativa na casa (provavelmente não o seu marido). Mas é verdade, papagaios aprendem a falar melhor quando são treinados por uma pessoa que tenha tempo para desenvolver uma relação de confiança com eles.
2. Banhe-os em conversa. Coloque seu papagaio em uma área da casa onde várias pessoas se reúnem e ocorrem várias conversas. Deixe seu papagaio entrar no bate-papo de adapte-o a seus novos ambientes antes de começar a treiná-lo oficialmente.
3. Remova qualquer fonte de distração quando começar a treinar a sério. Peça que outrosmembros da família e animais deixem a sala quando começar as lições.
4. Escolha uma hora do dia que permaneça constante. Papagaios são geralmente mais conversativos durante a manhã e a noite, essas são as melhores horas do dia para o seu “bate-papo”.
5. Gaste entre 15-20 minutos repetindo uma palavra de uma ou duas sílabas, relacionando-as a um objeto ou a uma ação específica. Por exemplo, você pode dizer ‘olá’ e acenar, ou dizer amendoim e mostrá-lo (ou alimentá-lo) a cada vez que disser.
6. Não seja mesquinho com recompensas. Quando seu papagaio te imitar, esteja pronto para recompensá-lo com um petisco que ele goste. Papagaios (assim como a maioria de nós) são motivados por comida e farão uma associação mais rapidamente.
7. Repita essa prática frequentemente e regularmente!
Se você achar que não tem tempo para aprimorar o vocabulário de seu papagaio praticando essarotina diariamente, você pode recorrer a uma mensagem gravada em fita. Só tenha em mente que não será tão significativo, pois seu papagaio não fará a conexão com a ação ou objeto que está sendo falado. Ele pode também ficar entediado com o gravador, afinal isso não é um substituto adequado para um humano!