segunda-feira, 4 de julho de 2011

Interessante


O leilão de Al Capone

Revólver do maior gângster da história é arrematado por R$ 172 mil e descortina o lucrativo comércio de artefatos criminosos

Flávio Costa
Conheça, em vídeo, um pouco mais sobre a vida do líder mafioso :
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RELÍQUIA
O ítalo-americano Al Capone e seu revólver Colt 38, de 1929, ano do
famoso massacre de São Valentim: leilão na tradicional Christie?s
Você consegue mais com uma palavra gentil e uma arma do que apenas com uma palavra gentil?, dizia Al Capone (1890-1954), o mais famoso gângster da história. Se a arma pertenceu a um criminoso de fama inconteste, o alcance é ainda maior, devem crer os consumidores de leilões de artefatos de criminosos que proliferam nos Estados Unidos. Na quarta-feira 22 a tradicional casa londrina Christie?s leiloou mais de 200 artefatos históricos, entre eles um revólver Colt 38 de Al Capone datado de 1929, ano do massacre do dia de São Valentim, quando sete membros de um grupo rival foram fuzilados por ordem dele, em Chicago.

A peça sanguinária foi arrematada por 67,250 libras (R$ 172 mil), comprovando, mais uma vez, que vender objetos relacionados a criminosos famosos tornou-se um negócio muito rentável.
Que o diga o governo dos Estados Unidos. No início de junho a agência federal US Marshalls arrecadou, em duas semanas, US$ 232,2 mil (R$ 368,8 mil) pela internet ao vender artigos pessoais do terrorista Theodore Kaczynski, mais conhecido como Unabomber.

Entre 1978 e 1995, ele matou três pessoas e feriu outras 23 ao enviar uma série de bombas para universidades e empresas americanas. Não escapou da sanha dos compradores ávidos por artefatos de criminosos. A agência vendeu, inclusive, a máquina de escrever usada para redigir um conhecido panfleto contra a ?sociedade industrial?, publicado pela imprensa americana em 1995. Ela foi adquirida por US$ 22 mil (R$ 34 mil). Além dos leilões oficiais, realizados pelas casas autorizadas, cresce exponencialmente o número de sites especializados em leilões e permutas de objetos de assassinos em série. Em inglês, o ramo já possui nome: ?murderabilia?, ou suvenir
de assassinos em português.

Um dos pioneiros nesse negócio macabro é o americano Eric Gein. Sua fixação pelo tema é tamanha que o sobrenome usado por ele se refere ao psicopata Ed Gein, inspirador do personagem Norman Bates do filme ?Psicose?, dirigido por Alfredo Hitchcok.
Em meados dos anos 1990, ele começou a se corresponder com assassinos espalhados pelas penitenciárias americanas com o objetivo de escrever um livro. ?Naquela época eu não tinha ideia de que haveria um mercado para vários itens que comecei a receber dos presos. Então, comecei a vendê-los?, conta. As ofertas do estoque do site de Gein, Serial Killers Ink, primam pelo ecletismo.

Os mais valorizados são quadros de John Wayne Gacy, o ?Palhaço Assassino?, executado em 1994 pelo homicídio de 29 jovens nos Estados Unidos. Mas esse também é um setor feito de miudezas e pechinchas. Há quem prefira pagar US$ 400 por uma calcinha usada por Christa Gail Pike, condenada à morte nos Estados Unidos pelo assassinato de uma colega. Ao ser presa, ela carregava seu próprio item de murderabilia: um pedaço do crânio da vítima na bolsa.

Os assassinos que doam seus objetos a Gein não lucram com as vendas.
Recebem apenas ajuda referente a material de trabalho e artigos de higiene.
No Brasil, quem cumpre pena pode ganhar dividendos de trabalhos artísticos. ?Um condenado pode receber direito autoral por um livro escrito por ele, por exemplo?, explica o advogado criminalista Ricardo Toledo.

A murderabilia virou alvo de críticas nos Estados Unidos, onde associações de parentes de vítimas de homicidas tentam aprovar leis para impedir essa prática. ?Esse tipo de negócio só serve para manter a fama de celebridade desses assassinos. Para mim, é uma apologia ao
crime?, afirma Oneide Braga de Carvalho, fundadora da Associação de Parentes de Vítimas de Violência do Ceará, que teve a filha caçula assassinada em 1993. ?Isso é apenas um hobby. Eu sei que é um pouco diferente, mas é apenas outro tipo de coleção?, justifica-se William Harder, dono do site Murder Auction (Leilão de Assassinatos).

Segundo a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Leila Cury Tardivo, que pesquisa atos de violência cometidos contra mulheres, crianças e adolescentes, esses artefatos exercem fascínio sobre o que ela chama de ?lado feio da alma? das
pessoas. ?Todo objeto recebe um significado que é atribuído por quem o faz ou o compra. As pessoas acabam se identificando de certa forma, mas isso não quer dizer que queiram cometer crimes.? Só coloca em dúvida o bom gosto desses consumidores.
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DESOBVIALIZE!

Momento Crazy - Para você que não é preguiçoso!


PREGUIÇA - LAZY 

Passear com seu cão não significa necessariamente que você tenha que caminhar.

Demasiado preguiçoso para comprar selos. Pelo menos ele/ela incluiu uma dica. 

Não é à toa que dizem que fast food faz você engordar. 

Com preguiça de fazer xixi em pé… o quê?

Demasiado preguiçoso para mendigar.

Definição de burocracia. O cara removedor de atropelamentos é totalmente diferente do pintor de rua. 

Demasiado preguiçoso para beber a sua própria cerveja?

Por que tirar o pijama se você vai usá-lo novamente quando chegar em casa?


Esse cara pode ser preguiçoso, mas ele é definitivamente criativo!

Por que diabos eles vão para a academia?



Demasiado preguiçoso para protestar.

Momento Crazy


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Sabe aqueles momentos que você diz fuuuuuuuuuuuuuu? Agora imagine que tivessem tirado uma fotografia nesse exato momento. Pois é exatamente isso que você verá aqui!
Toda semana estamos publicando esta série, onde você poderá contar com as imagens mais tensas de todos os tempos que já foram registradas.
Confira:
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domingo, 3 de julho de 2011

Curiosidades








Divisórias para os cabos do computador.




Pá de mão para facilitar na hora de fazer castelos e buracos na praia.




Apoiador de garrafas para geladeira.




Bicicleta portátil.




Pen-drive com trava de segurança,




Colçhão especial para dormir abraçado.




Ponte para encher baldes.




Pedal para levantar a tampa da privada.




Bandeja para comer no carro.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sei,é Bem Assim - Elaine Martins

Informe-se



Redes sociais versus produtividade 


Elas podem comprometer sua eficiência. Veja dicas para diminuir o desperdício de tempo!


Sua mesa do escritório é uma zona de guerra, uma pilha de papéis, mil relatórios para fazer, mas você não resiste em dar uma checada nas redes sociais a cada cinco minutos do expediente, acertei? Facebook, Twitter, Orkut, Youtube e Foursquare, avida social na internet não dorme e a sensação é de que qualquer tempinho longe dela vai te tornar o mais desatualizado dos seres.
Quando se tornam um vício, as páginas sociais na internet são grandes vilões da carreira. Enquanto você acompanha em tempo real que "fulano está em um relacionamento sério com ciclano" ou que "beltrano curtiu isto", a produtividade no trabalho cai e o emprego corre perigo. Pensando nisso, Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e autor do livro "Dona do Seu Tempo", ensinadez dicas para fugirmos das armadilhas das rede sociais. Confira!
1 - Seja seletivo nas suas redes - Quantidade de redes não é qualidade. Para que participar de redes sociais que não sejam relevantes? O ideal é focar nas principais redes onde seus amigos e interesses estão localizados.
2 - Cancele e-mails de notificações - Todas as redes permitem configurar o aviso de recebimento de e-mails. O melhor é cancelar todos, assim você comanda a rede e acessa quando quiser, caso contrário vai ser difícil controlar a vontade de saber porque você foi "taggeado" na foto da sua amiga.
3 - Determine um foco nas redes - Crie uma estratégia para cada rede que você tiver, por exemplo, se você for utilizar o Twitter para fins profissionais, não misture com coisas pessoais. Muitas empresas utilizam as redes sociais na hora de contratar um profissional, cuidado! Evite fotos comprometedoras e não se queime no perfil, com fotos, textos e comentários.
4 - Determine horários - O problema não é o uso, mas os excessos. Utilize seus horários antes ou após o expediente e seu horário de almoço caso queira acessar as redes no trabalho para fins pessoais.
5 - Siga poucas pessoas, mas relevantes - Para que seguir gente que não tem nada a ver ou que o conteúdo se tornou irrelevante? Faça uma dieta de pessoas que você segue, repare nos próximos dias quem não tem agregado valor e simplesmente deixe de seguir esta pessoa.
6 - Utilize agregadores - Existem sites e softwares que permitem centralizar suas redes sociais ou atualizar a partir de um único post. O TweetDeck, por exemplo, permite atualizar Facebook, Twitter e Linkedin de uma só vez. Outro site bacana é www.threadsy.com que junta e-mails e suas redes em um só lugar.
7 - Seja relevante nas suas redes - As pessoas gostam de seguir pessoas que fornecem um conteúdo relevante na medida certa e com periodicidade. Aquele chato que "twitta" muito de uma vez só, acaba perdendo seguidores. E o que "twitta" posts dizendo que acordou de mau humor também não agrega.
8 - Aproveite seu tempo de espera - Para quem tem acesso à internet pelo celular, deve aproveitar o tempo de espera no consultório do médico, dentista ou no aeroporto. Que tal?
9 - Rede social não quer dizer tempo real - Não sinta-se obrigado a responder uma mensagem na mesma hora que a pessoa te enviou. Se fosse urgente de verdade, ela encontraria outra forma de falar com você.
10 - A vida existe lá fora - Não é porque a vida social é cada vez mais digital que você vai se esconder atrás de um computador em seus relacionamentos. É preciso reservar um tempo para estar junto com os amigos e família presencialmente!

terça-feira, 28 de junho de 2011

HUMOR: Damares - Sabor de Mel

Tem Anjo Aqui Cassiane Cover

Você sabia ?


Cócegas 

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As cócegas são um processo neurológico e físico do corpo humano. Diversas teorias tentam explicar o que são as cócegas e a mais aceita recentemente pelos cientistas é a de que as cócegas são um sistema de autodefesa do corpo.
Segundo essa teoria, o cérebro emite um sinal de alarme e o corpo responde rapidamente. Embora essa explicação seja possível, as cócegas estão nos comportamentos de animais sociais, como por exemplo, os macacos, que também fazem cócegas uns aos outros, como uma forma de estreitar as relações entre si.
Geralmente estimulada por um leve roçar da pele, fricção ou pequenas pressões (apertões) em certas partes do corpo, como a barriga, por exemplo, as cócegas são um meio de se aproximar de maneira mais íntima com o outro. Ao receber as cócegas, nosso corpo acaba reagindo com espasmos e riso convulso.
Em 1897 dois cientistas, G. Stanley Hall e Arthur Alley, traçaram uma distinção entre dois diferentes tipos de cócegas:
Oprimeiro, que chamaram knismesis, é uma sensação induzida por um toque muito leve sobre a pele. Esse tipo de cócegas não provoca risadas, requer baixos níveis de estímulo táctil e pode ser provocado também por objetos como uma pluma ou mesmo por descargas életricas de baixa voltagem. Frequentemente, é acompanhado por uma sensação de prurido. Pode ser induzida ainda pela presença, sobre a pele, de insetos ou outros pequenos artropodes. Por isso, foi sugerido que possa ter se desenvolvido nos vertebrados como mecanismo de proteção contra os parasitas. A knismesis, de facto, pode ser observada em várias espécies de animais superiores.
o segundo tipo, chamado gargalesis, é, por sua vez, desencadeado por uma moderada e repetidapressão sobre determinadas partes do corpo, provocando risadas e movimentos involuntários. Esse tipo de reação só foi observada no homem e em alguns outros primati e é considerado como um mecanismo correlato ao jogo, com implicações psicológicas e sociais mais que fisiológicas. Uma confirmação nesse sentido é o fato de que, enquanto é possível provocar knismesis em si mesmo tocando-se a própria pele, a gargalesis só pode ser provocada pelo contato de uma outra pessoa.
Charles Darwin teorizou a relação entre as cócegas e as relações sociais, argumentando que a cócega provoca risos através da antecipação do prazer. Se fizermos cócegas em um estranho, por exemplo, essa situação não terá um resultado muito positivo, e provavelmente quem recebeu a cócega não irá rir, e sim achar o ato como desagrádavel. As cócegas são feitas entre amigos e parentes, gerando prazer e confiança.
As cócegas são classificadas por psicólogos como parte de um “jogo social” que envolve intimidade e até mesmo a ciência cognitiva. Um estudo com 84 estudantes universitários ingleses indicou que 32% e 36% dos inquiridos não responderam, ou declararam que não gostam de receber cócegas. Porém, no mesmo estudo, os autores descobriram que as pessoas que indicaram que não gostam de recebercócegas riem quando recebem, mesmo que não queiram. Donde se conclui que o riso não necessariamente está associado apenas ao prazer.
As cócegas excessivas podem ser também um meio de prazer sexual, nesse caso sendo tratadas como uma forma de parafilia.