terça-feira, 5 de julho de 2011

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Crime misterioso é elucidado 132 anos depois pela Scotland Yard
Um antigo mistério de 132 anos foi resolvido nesta terça-feira pela polícia, que identificou um crânio encontrado recentemente próximo a Londres como o de uma mulher assassinada há mais de um século por sua empregada. 

Graças aos arquivos criminais da época e aos métodos modernos de datação por carbono 14, o médico legista conseguiu estabelecer que o crânio pertencia a Julia Thomas, uma rica viúva de 55 anos assassinada e cortada em pedaços por sua empregada de 29 anos em 1879.

O crânio havia sido encontrado em outubro por trabalhadores que reformavam a casa do produtor e diretor da BBC, David Attenborough, em Richmond, no sudoeste de Londres. Mas a casa está situada muito perto da de onde vivia Julia Thomas. 

Em um domingo, ao voltar da missa, a vítima foi empurrada escada abaixo e estrangulada por sua empregada. A assassina, em seguida, cortou o corpo com um machado, cozinhou os restos da vítima e os deu às crianças da área para que comessem, como se fosse carne de porco, segundo relatórios da época.

Uma caixa contendo carne humana também foi encontrada pouco depois no Tâmisa, que passa perto da casa, e, mais tarde, um pé da vítima foi visto em um loteamento. Mas a cabeça nunca tinha sido achada. A empregada, que também roubou a identidade de sua patroa e ficou com sua dentadura, foi finalmente presa e condenada à morte por um tribunal londrino.

Um século depois, os exames mostraram que o crânio pertenceu a uma mulher branca, de cerca de cinquenta anos e sem dentes, o que permitiu aos investigadores seguirem as pistas para elucidar este caso conhecido na época com o nome de "Mistério de Barnes". O jardim onde o crânio foi encontrado abrigava no século XIX um pub que a empregada frequentava.

"É um caso fascinante e um bom exemplo da forma como os bons e velhos métodos policiais, os arquivos e as tecnologias de ponta podem ser combinados", ressaltou o comissário Clive Chalk, da Scotland Yard.

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Aquecimento Global

Polêmico estudo americano afirma: poluição chinesa pode ter contribuído para diminuir o aquecimento global

De acordo com a pesquisa, emissões de enxofre ajudaram a bloquear os raios solares, estabilizando a temperatura do planeta - mesmo com o aumento da produção de gases que aceleram o efeito estufa

Apesar da crescente emissão de gases que aceleram o efeito estufa em usinas chinesas, o enxofre pode ter contribuído para frear o aquecimento global
Apesar da crescente emissão de gases que aceleram o efeito estufa em usinas chinesas, o enxofre pode ter contribuído para frear o aquecimento global (Thinkstock Images)
Um novo estudo americano chegou a uma conclusão inusitada: a crescente emissão de poluentes na atmosfera asiática pode ter sido responsável por diminuir o aquecimento global a partir de 1998. A pesquisa se baseia na avaliação das emissões de enxofre: especialistas afirmam que a poluição provocada pela substância em usinas termoelétricas da China ajudou a manter as temperaturas mundiais estáveis - mesmo com o aumento da emissão dos gases que aceleram o efeito estufa. O estudo foi publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.

A queima de carvão libera gás carbônico, que por sua vez aprisiona o calor do sol próximo à superfície, aumentando assim as temperaturas. Contudo, o processo também libera partículas de enxofre que barram o caminho dos raios solares, esfriando o planeta. E, durante a expansão econômica da China, houve um grande aumento nas emissões de enxofre, segundo os autores do estudo. No entanto, com a instalação de equipamentos para conter a poluição no país, as temperaturas tendem a subir novamente, devido à diminuição da presença de partículas de enxofre na atmosfera.
Alguns cientistas já haviam sugerido que seria uma boa ideia injetar compostos de enxofre na atmosfera para ajudar a suavizar o aquecimento global ao aumentar o número de nuvens que refletiriam os raios solares. Porém, um estudo recente concluiu que aumentar a quantidade de enxofre suspenso é uma má ideia, pois a substância acabaria com a camada de ozônio no Ártico e atrasaria a recuperação na região da Antártida em 70 anos, de acordo análises de cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos.

No geral, a temperatura do planeta vem aumentando por mais de um século, desde que a Revolução Industrial começou a emitir gás carbônico na atmosfera. Os cientistas e ambientalistas temem que o aumento de temperatura possa ter um impacto sério no planeta, causando secas, mudanças em padrões climáticos, proliferação de doenças tropicais e aumento do nível do mar.

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Brasil pode ganhar dois novos estados: Campanha pela divisão do Pará é patrocinada por Igrejas Evangélicas e maçonaria




Brasil pode ganhar dois novos estados: Campanha pela divisão do Pará é patrocinada por Igrejas Evangélicas e maçonaria
Após a confirmação da data do plebiscito sobre a divisão do Pará, as campanhas a favor e contra a divisão do Pará em três Estados, com a criação de Carajás e Tapajós, ganharam voz oficial. A consulta será realizada no dia 11 de dezembro.
A campanha de criação do Estado de Carajás será patrocinada, principalmente, por igrejas evangélicas e associações de criadores e produtores rurais das 39 cidades da região, além de prefeitos, vereadores e líderes políticos da região – que terão a chance de disputar novos cargos em na futura Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado e Tribunal de Contas. Do lado contra a separação, a luta pela preservação do Estado do Pará do tamanho atual coloca lado a lado associações empresariais, ONGs e sindicatos de trabalhadores.
O presidente da Comissão Brandão, uma das entidades que lideram o movimento separatista no Pará, José Soares de Moura e Silva, afirma que existe um “anseio popular” pela criação do novo Estado. Entre as entidades que apoiam o projeto estão as associações de produtores, as centenas de igrejas evangélicas da região, o Rotary Club em Marabá e a Maçonaria, por exemplo. “Ainda não falamos em custos, mas o projeto de criação do novo Estado é um projeto de todos”, afirmou. “Cada um vai dar uma ajuda financeira nessa campanha”, complementou Silva.
O presidente da Associação dos Municípios do Tocantins e Araguaia (AMAT), outra entidade que lidera as discussões dos separatistas, Luciano Guedes, afirma que nesse momento até mesmo partidos adversários estão unidos. “Não existe uma bandeira partidária. Existe uma bandeira pró-Carajás. Nessa causa, temos apoio de gente do PT, do PSDB, do DEM, do PTB, de vários partidos. Existem empresários que já se manifestaram em nos dar ajuda financeira com esse projeto”, diz ele. “Se você fizer uma pesquisa aqui, quase 100% dos moradores são a favor da idéia”, conclui.
Os líderes argumentam que, com a divisão do Estado, será mais fácil a implementação de políticas públicas nos 39 municípios que farão parte de Carajás em saúde, educação e principalmente segurança. Quem é contra a separação rebate essa idéia e afirma que a divisão do Estado vai criar uma máquina pública insustentável.
Fonte: IG

Coisas Incríveis que só o Orkut faz



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Existem coisas que só o nosso bom e velho Orkut é capaz de nos propiciar, juntando os mais variados tipos de pessoas, opiniões e os questionamentos mais “profundos”, muita vezes acabam por acarretar em momentos realmente vergonhosos, porém hilários.

Confira:

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Coisas Incríveis

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Existem coisas que só o nosso bom e velho Orkut é capaz de nos propiciar, juntando os mais variados tipos de pessoas, opiniões e os questionamentos mais “profundos”, muita vezes acabam por acarretar em momentos realmente vergonhosos, porém hilários.
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Coisas Incríveis

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Como é de praxe aqui no Minilua, sempre que possível disponibilizamos algumas curiosas imagens encontradas mundo a fora, retratando esdrúxulas gambiarras, construções nada convencionais, placas e anúncios muito loucos, enfim, uma lista infindável das coisas mais insanas que o ser humano pode fazer.
Confira:
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Feliz Aniversário Amigo

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Interessante


O leilão de Al Capone

Revólver do maior gângster da história é arrematado por R$ 172 mil e descortina o lucrativo comércio de artefatos criminosos

Flávio Costa
Conheça, em vídeo, um pouco mais sobre a vida do líder mafioso :
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RELÍQUIA
O ítalo-americano Al Capone e seu revólver Colt 38, de 1929, ano do
famoso massacre de São Valentim: leilão na tradicional Christie?s
Você consegue mais com uma palavra gentil e uma arma do que apenas com uma palavra gentil?, dizia Al Capone (1890-1954), o mais famoso gângster da história. Se a arma pertenceu a um criminoso de fama inconteste, o alcance é ainda maior, devem crer os consumidores de leilões de artefatos de criminosos que proliferam nos Estados Unidos. Na quarta-feira 22 a tradicional casa londrina Christie?s leiloou mais de 200 artefatos históricos, entre eles um revólver Colt 38 de Al Capone datado de 1929, ano do massacre do dia de São Valentim, quando sete membros de um grupo rival foram fuzilados por ordem dele, em Chicago.

A peça sanguinária foi arrematada por 67,250 libras (R$ 172 mil), comprovando, mais uma vez, que vender objetos relacionados a criminosos famosos tornou-se um negócio muito rentável.
Que o diga o governo dos Estados Unidos. No início de junho a agência federal US Marshalls arrecadou, em duas semanas, US$ 232,2 mil (R$ 368,8 mil) pela internet ao vender artigos pessoais do terrorista Theodore Kaczynski, mais conhecido como Unabomber.

Entre 1978 e 1995, ele matou três pessoas e feriu outras 23 ao enviar uma série de bombas para universidades e empresas americanas. Não escapou da sanha dos compradores ávidos por artefatos de criminosos. A agência vendeu, inclusive, a máquina de escrever usada para redigir um conhecido panfleto contra a ?sociedade industrial?, publicado pela imprensa americana em 1995. Ela foi adquirida por US$ 22 mil (R$ 34 mil). Além dos leilões oficiais, realizados pelas casas autorizadas, cresce exponencialmente o número de sites especializados em leilões e permutas de objetos de assassinos em série. Em inglês, o ramo já possui nome: ?murderabilia?, ou suvenir
de assassinos em português.

Um dos pioneiros nesse negócio macabro é o americano Eric Gein. Sua fixação pelo tema é tamanha que o sobrenome usado por ele se refere ao psicopata Ed Gein, inspirador do personagem Norman Bates do filme ?Psicose?, dirigido por Alfredo Hitchcok.
Em meados dos anos 1990, ele começou a se corresponder com assassinos espalhados pelas penitenciárias americanas com o objetivo de escrever um livro. ?Naquela época eu não tinha ideia de que haveria um mercado para vários itens que comecei a receber dos presos. Então, comecei a vendê-los?, conta. As ofertas do estoque do site de Gein, Serial Killers Ink, primam pelo ecletismo.

Os mais valorizados são quadros de John Wayne Gacy, o ?Palhaço Assassino?, executado em 1994 pelo homicídio de 29 jovens nos Estados Unidos. Mas esse também é um setor feito de miudezas e pechinchas. Há quem prefira pagar US$ 400 por uma calcinha usada por Christa Gail Pike, condenada à morte nos Estados Unidos pelo assassinato de uma colega. Ao ser presa, ela carregava seu próprio item de murderabilia: um pedaço do crânio da vítima na bolsa.

Os assassinos que doam seus objetos a Gein não lucram com as vendas.
Recebem apenas ajuda referente a material de trabalho e artigos de higiene.
No Brasil, quem cumpre pena pode ganhar dividendos de trabalhos artísticos. ?Um condenado pode receber direito autoral por um livro escrito por ele, por exemplo?, explica o advogado criminalista Ricardo Toledo.

A murderabilia virou alvo de críticas nos Estados Unidos, onde associações de parentes de vítimas de homicidas tentam aprovar leis para impedir essa prática. ?Esse tipo de negócio só serve para manter a fama de celebridade desses assassinos. Para mim, é uma apologia ao
crime?, afirma Oneide Braga de Carvalho, fundadora da Associação de Parentes de Vítimas de Violência do Ceará, que teve a filha caçula assassinada em 1993. ?Isso é apenas um hobby. Eu sei que é um pouco diferente, mas é apenas outro tipo de coleção?, justifica-se William Harder, dono do site Murder Auction (Leilão de Assassinatos).

Segundo a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Leila Cury Tardivo, que pesquisa atos de violência cometidos contra mulheres, crianças e adolescentes, esses artefatos exercem fascínio sobre o que ela chama de ?lado feio da alma? das
pessoas. ?Todo objeto recebe um significado que é atribuído por quem o faz ou o compra. As pessoas acabam se identificando de certa forma, mas isso não quer dizer que queiram cometer crimes.? Só coloca em dúvida o bom gosto desses consumidores.
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